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Fibras biocompatíveis de nanotubos de carbono para determinação de anandamida e 2-araquidonoilglicerol em encéfalo de rato por in vivo SPME-LC-MS/MS

Processo: 22/07510-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de novembro de 2022
Vigência (Término): 14 de novembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Pesquisador responsável:Maria Eugênia Queiroz Nassur
Beneficiário:Igor Gustavo de Carvalho Oliveira
Supervisor no Exterior: Janusz Pawliszyn
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Waterloo, Canadá  
Vinculado à bolsa:20/06526-8 - Desenvolvimento de fase monolítica orgânica com grupos trocadores de ânions e revestimento hidrofílico para determinação de homocisteína e ácido homocisteico em amostras biológicas de pacientes com a Doença de Alzheimer por in-tube SPME-UHPLC-MS/MS, BP.DR
Assunto(s):Biomarcadores   Cromatografia líquida   Endocanabinoides   Métodos analíticos de preparação de amostras   Cromatografia

Resumo

Os compostos N-araquidonoil-etanolamina (AEA) e 2-araquidonoilglicerol (2-AG) são os principais representantes da família dos endocanabinóides (EC), um grupo de neurotransmissores que atuam em processos de sinalização através da ativação dos receptores canabinóides do tipo 1 e tipo 2 (CB1 e CB2). Dado o papel que a AEA e 2-AG desempenham nas transmissões sinápticas no cérebro, eles têm sido extensivamente estudados como potenciais biomarcadores de doenças neurodegenerativas, como a Doença de Parkinson (DP). A DP é uma desordem neurodegenerativa caracterizada pela perda dos neurônios dopaminérgicos, ocasionando disfunções motoras. Estudos clínicos realizados em modelos animais da DP e em amostras biológicas obtidas de pacientes com DP indicam que estes indivíduos apresentam concentrações elevadas de AEA e 2-AG quando comparado a indivíduos saudáveis, o que sugere que esses ECs são potenciais biomarcadores dessa patologia.A quantificação de AEA e 2-AG tem sido realizada tipicamente em amostras biológicas por metodologias in vitro ou ex vivo. Entretanto, essas metodologias empregadas não podem indicar ou prever com precisão os complexos processos que ocorrem em organismos vivos. A amostragem in vivo elimina erros relacionados à degradação ou perda de analitos de vida curta ou instáveis, uma típica desvantagem dos métodos convencionais de preparo de amostras. Esse projeto visa desenvolver um inovador método combinando as técnicas de microextração em fase sólida (SPME) in vivo e LC-MS/MS para determinar AEA e 2-AG em cérebro de ratos vivos, conscientes e em livre movimento. Para que esse objetivo seja alcançado, uma fibra SPME revestida com nanotubos de carbono (CNTs) biocompatível será desenvolvida, avaliando-se diferentes estratégias de revestimento e materiais biocompatíveis. A alta área superficial e excelente capacidade de adsorção dos CNTs proporcionarão a eficiente extração dos analitos, enquanto que a camada biocompatível evitará que as macromoléculas da matriz sejam adsorvidas.Esse projeto BEPE está associado ao projeto de doutorado desenvolvido no Brasil, o qual tem como objetivo a determinação de biomarcadores em amostras biológicas obtidas de indivíduos com doenças neurodegenerativas.

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