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O papel dos monócitos MS1 na resposta do hospedeiro durante a sepse e a pneumonia

Processo: 22/06085-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2023
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Reinaldo Salomão
Beneficiário:Giuseppe Gianini Figueiredo Leite
Supervisor no Exterior: Tom Van Der Poll
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Amsterdam (UvA), Holanda  
Vinculado à bolsa:19/20532-3 - Análise proteômica quantitativa nas amostras de células mononucleares (PBMC) e polimorfonucleares (PMN) de pacientes com Sepse e voluntários sadios, com foco em proteínas relacionadas ao metabolismo energético e oxidativo, além da função mitocondrial, BP.PD
Assunto(s):Expressão gênica   Biologia computacional
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Cap | gene expression | host response biomarkers | immunosuppression | Transcriptomics | Bioinformática

Resumo

A sepse é definida como uma disfunção orgânica potencialmente fatal, causada por uma resposta do hospedeiro desregulada a uma infecção. A resposta do hospedeiro durante a sepse mostra sinais de hiperinflamação e imunossupressão simultâneas. Um estudo recente identificou um fenótipo de monócito CD14+ no sangue de pacientes com sepse chamado MS1, caracterizado pela alta expressão de RETN, ALOX5AP e IL1R2, e a abundância de células MS1 foi associada à imunossupressão induzida pela sepse. Neste projeto buscamos obter mais informações sobre a abundância e o papel das células MS1 em pacientes críticos com ou sem sepse, e em pacientes hospitalizados por pneumonia adquirida na comunidade. Estudaremos a abundância de células MS1 no sangue destes grupos de pacientes usando análises transcriptômicas dos leucócitos. Avaliaremos a associação das células MS1 com a ocorrência de infecções secundárias (um resultado clínico considerado como sendo causado por imunossupressão) em duas coortes de pacientes críticos, bem como a associação entre células MS1 e o distúrbios de mecanismos pró-inflamatórios implicados na patogênese da sepse (medida por um grande conjunto de biomarcadores no plasma). Em uma terceira coorte, analisaremos a associação da assinatura MS1 em monócitos de pacientes com pneumonia adquirida na comunidade com a capacidade dessas células de produzir citocinas pró-inflamatórias após estimulação ex vivo. Este projeto fornecerá uma visão aprofundada da frequência, função e relevância clínica de um tipo de célula recém-descoberta (MS1).

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