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Ácaros macronissídeos (Acari: Macronyssidae) de morcegos do Sul e Sudeste brasileiro: estudos morfológicos e investigação da presença de Rickettsia

Processo: 22/08620-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2022
Vigência (Término): 30 de abril de 2023
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Ricardo Bassini Silva
Beneficiário:Victor de Souza Mello Oliveira
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Morcegos   Patógenos   Taxonomia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Macronyssidae | Morcegos | patógenos | Taxonomia | ácaros ectoparasitos

Resumo

Dentre os ácaros de importância médico-veterinária, a família Macronyssidae, é muito pouco estudada, sendo algumas espécies possíveis causadores de doenças graves, e possíveis participantes da cadeia epidemiológica de diversos patógenos. Até o momento, há 26 espécies dessa família assinaladas no Brasil, sendo 15 delas coletadas parasitando morcegos. Apesar da importância dos ácaros dessa família, como potenciais vetores no ciclo epidemiológico de patógenos já ter sido comentada por alguns autores do século passado, o papel destes ácaros na epidemiologia de patógenos ainda não foi confirmado. Assim, no presente trabalho propõe-se o estudo detalhado da identificação destes ácaros depositados em coleções acarológicas, e concomitantemente, o material proveniente dos bancos de tecidos para a região Sul e Sudeste do Brasil. Este material será examinado e submetido à extração de DNA, bem como será realizada a investigação da presença de patógenos do gênero Rickettsia nos ácaros investigados por meio de ensaios de PCR convencional e análises filogenéticas. Dessa forma, nossa proposta inclui o estudo para a região Sul e Sudeste do Brasil desses ácaros, com enfoque nos espécimes coletados parasitando morcegos, dado que os ácaros dessa família, podem picar humanos, e apresentam indícios de serem possíveis vetores de patógenos.

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