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Perspectivas transnacionais na relação entre arquitetura e Estado no Brasil: as conexões de Kubitschek e Niemeyer nos Estados Unidos da América (1938-1961)

Processo: 21/14021-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de agosto de 2023
Vigência (Término): 01 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Rafael Augusto Urano de Carvalho Frajndlich
Beneficiário:Rafael Augusto Urano de Carvalho Frajndlich
Anfitrião: Jean-Louis Cohen
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: New York University, Estados Unidos  
Assunto(s):História da arquitetura   Arquitetura moderna

Resumo

A arquitetura moderna brasileira foi alvo de constante trânsito e divulgação internacional desde mostras como Brazil Builds (1943) até o impacto da inauguração de Brasília (1960). O destaque de Oscar Niemeyer (1907-2012) nesse quadro é feito majoritariamente por meio de trabalhos para o Estado, graças a sua associação com o político mineiro Juscelino Kubitschek (1902-1976). Individualmente, o contato que essas figuras tinham com os Estados Unidos é ainda pouco estudado com o lastro de fontes primárias: Niemeyer formalizou desde 1938, no projeto para o Pavilhão do Brasil em Nova York, relações com o círculo do MoMA e John Rockefeller Jr. Kubitschek, por sua vez, teve um governo de Minas Gerais e Presidência da República intensamente ligados aos EUA, país que visitara em 1948 e que, em suas memórias, é destacado como importante para suas ideias políticas. A relação entre Kubitschek e Niemeyer foi estudada em auxílio regular anterior (2016/13340-2), ficando então evidente os meandros de uma máquina ideológica que sustentava, simultaneamente, o discurso de estado e a arquitetura moderna no Brasil. O êxito dessa longa parceria, no entanto, não se explica apenas por ações dentro do país, sendo os laços com os americanos algo fundamental dentro do recorte. Tem-se como hipótese que a relação entre Kubitschek e Niemeyer entre 1940 e 1960 se sustenta em termos transnacionais, eminentemente com os Estados Unidos, país nos quais as tensões políticas de uma relação diplomática em crise era matizada pela construção ideológica de espaços e imagens de desenvolvimento. Por meio de consultas a arquivos públicos e particulares nos Estados Unidos da América, busca-se precisar como a associação entre Niemeyer e Kubitschek se amparou amplamente em plataformas internacionais. (AU)

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