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Avaliação da estabilidade mitótica e genômica de células linfoblastoides de pacientes com Síndrome de Cornelia de Lange

Processo: 22/09582-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de agosto de 2022
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Maria Isabel de Souza Aranha Melaragno
Beneficiário:Thainá Vilella Rodrigues Maria
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/21644-0 - Impacto de variantes genéticas na estabilidade do genoma e seus efeitos no fenótipo, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):23/15065-2 - Perfil de expressão gênica em linhagens celulares de CdLS, BE.EP.DD
Assunto(s):Genética médica   Genômica   Apoptose   Síndrome de Cornélia de Lange   Sequenciamento Sanger
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:apoptose | Coesinopatia | estabilidade do genoma | Gene NIPBL | Linhagem celular linfoblastoide | síndrome de Cornelia de Lange | Genética Médica

Resumo

A Síndrome de Cornelia de Lange (CdLS) é uma doença genética rara multissistêmica que apresenta diversas características físicas, cognitivas e comportamentais. A CdLS é causada por variações genéticas em genes que afetam a coesina, que consiste em um complexo proteico que possui fatores regulatórios para o ciclo celular, sendo essencial para a sobrevivência da célula e para a manutenção da estabilidade do genoma. Existem diversos genes envolvidos nesse complexo que estão alterados nos indivíduos com CdLS, dentre eles o NIPBL, sendo essa síndrome, considerada uma coesinopatia. O presente trabalho tem como objetivo avaliar os mecanismos de estabilidade mitótica e genômica em células de linhagens linfoblastoide de pacientes com a síndrome. Serão coletadas amostras de sangue de pacientes que estão em acompanhamento médico no Instituto da Criança - HC/FMUSP e que apresentam mutações no gene NIPBL nonsense. Será realizado o sequenciamento de Sanger dos pacientes para confirmação da mutação e a avaliação da expressão do gene NIPBL, a partir de material do sangue periférico. Será realizada a extração das células mononucleares e isolamento dos linfócitos para transformação em linhagem linfoblastoide (LCL) por meio do vírus Epstein- Barr (EBV), de forma a se obter uma linhagem imortalizada. As células serão cultivadas para posteriores ensaios de viabilidade, proliferação, apoptose, ensaio cometa e histona gama-H2AX, bem como RNA-seq, em comparação a indivíduos controle. Os dados obtidos auxiliarão na compreensão da fisiopatologia da doença e da correlação com as características fenotípicas dos pacientes. (AU)

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