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Estimativa e previsão de polinização e serviços ecossistêmicos associados em paisagens agrícolas

Processo: 22/07187-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2022
Vigência (Término): 31 de julho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Danilo Boscolo
Beneficiário:Eduardo Freitas Moreira
Instituição Sede: Instituto de Estudos Avançados (IEA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/06694-8 - BIOTA SÍNTESE - Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, AP.BTA.NPOP
Assunto(s):Serviços ambientais   Modelagem   Polinização   Controle de pragas   Mudança climática   Distribuição espacial   Cultivos agrícolas   Uso do solo   São Paulo
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Controle de Pragas | Modelagem | Modelos de nicho | Mudanças Climáticas | Polinização | serviços ecossistemicos | Modelagem de Serviços Ecossistêmicos

Resumo

O Estado de São Paulo (SP) possui uma área de aproximadamente 249 mil km², em que metade das culturas agrícolas praticadas no Estado depende da polinização animal e do controle de praga em algum nível, (e.g. soja, café e laranja). O processo de polinização é responsável por cerca de R$ 5 bilhões do valor da produção agrícola anual paulista. Além disso, SP apresenta uma grande variedade de contextos ambientais, com regiões dominadas por monocultivos extensivos em contraste com paisagens em mosaicos de áreas agrícolas e vegetação nativa, contendo alguns dos maiores remanescentes de Mata Atlântica e Cerrado do Brasil. Assim, São Paulo compõe um cenário perfeito para a investigação do papel das mudanças de uso do solo, das mudanças climáticas e da implementação de áreas de restauração de vegetação nativa para a manutenção da diversidade de polinizadores e de reguladores de pragas agrícolas. Nesse contexto, temos cinco objetivos gerais, considerando todos os municípios paulistas: (1) modelar a distribuição espacial da oferta e demanda dos serviços de polinização e controle de pragas para os principais cultivos agrícolas; (2) avaliar a relação entre a produtividade anual das principais culturas agrícolas e a relação espacial entre oferta e demanda dos serviços de polinização e controle de pragas; (3) realizar projeções futuras e avaliar os impactos das mudanças climáticas e de uso do solo, baseadas em cenários de desenvolvimento socioeconômico e de emissão de gases do efeito estufa, sobre os serviços de polinização e controle de pragas, considerando suas consequências para a produtividade agrícola e o valor da produção; (4) realizar projeções dos efeitos da implementação de áreas de restauração de vegetação nativa sobre os serviços de polinização e controle de pragas, considerando suas consequências para a produtividade agrícola e o valor da produção. (AU)

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