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Desenvolvimento e caracterização de um detector de radiação oticamente estimulável baseado na alexandrita natural brasileira

Processo: 21/12758-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2022
Vigência (Término): 31 de março de 2024
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Nuclear - Aplicações de Radioisótopos
Pesquisador responsável:Neilo Marcos Trindade
Beneficiário:Matheus Cavalcanti dos Santos Nunes
Instituição Sede: Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/05982-0 - P&D&I em metrologia das radiações na área da saúde, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):22/14516-8 - Estudo dos mecanismos de luminescência em pastilhas de alexandrita usando luminescência opticamente estimulada, BE.EP.MS
Assunto(s):Alexandrita   Dosimetria
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:alexandrita | Dosimetria | Natural | Osl | Luminescência de compositos

Resumo

A Luminescência Oticamente Estimulável (LOE) é uma das principais técnicas usadas em dosimetria médica e pessoal das radiações ionizantes. LOE é a luminescência emitida pela recombinação de cargas liberadas opticamente de armadilhas específicas dentro de um material previamente irradiado por radiação ionizante. Apesar de diversas vantagens do uso dessa técnica em relação à outras usadas em dosimetria; ainda há somente dois detectores comerciais disponíveis, baseados em Al2O3:C e o BeO, o que justifica a busca por novos materiais LOE para a dosimetria. Recentemente, concluiu-se que a alexandrita natural brasileira (BeAl2O4:Cr3+) apresenta um sinal LOE que cresce linearmente em função da dose de radiação beta, com reprodutibilidade e repetibilidade dentro das incertezas e uma pequena perda do sinal nos testes de fading. Porém, para desenvolver um detector que seja inovador e acessível comercialmente é importante expandir essas analises para outros tipos de radiações, como gama e raios X. Dentro desse contexto, o objetivo deste projeto é estudar a luminescência da alexandrita natural incorporada em uma matriz polimérica para diferentes exposições de radiação através da técnica LOE, e também identificar os centros luminescentes do material com uso da Radioluminescência (RL), técnica que vem sendo cada vez mais empregada no Brasil. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MARTINS, R. T. E. K.; FERREIRA, I. A.; SILVA, A. O.; NUNES, M. C. S.; ULSEN, C.; KUNZEL, R.; SOUZA, M. M.; CHITHAMBO, M. L.; YOSHIMURA, E. M.; TRINDADE, N. M.. Thermoluminescence of rose quartz from Minas Gerais, Brazil. Radiation Physics and Chemistry, v. 209, p. 11-pg., . (21/05042-0, 18/05982-0, 21/10117-9, 22/07200-4, 21/12758-1, 20/15626-6, 19/05915-3)

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