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Estudo sobre o papel da serinoprotease Tsh na evasão de Escherichia coli ao sistema imune inato e na patogênese da Sepse

Processo: 21/14854-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2022
Vigência (Término): 31 de outubro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Waldir Pereira Elias Junior
Beneficiário:Miriam Dibo
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/14821-7 - Explorando novas estratégias de virulência em Escherichia coli, AP.TEM
Assunto(s):Virulência   Serina proteases   Enterobacteriaceae   Escherichia coli   Sepse   Sistema imune   Infecção

Resumo

Cepas de Escherichia coli patogênica extraintestinal (ExPEC) são uma importante causa de infecções na clínica humana e sua capacidade de estabelecer uma infecção extraintestinal está relacionada com a presença de fatores de virulência. Dentre os fatores de virulência produzidos por ExPEC, destacam-se as serinoproteases autotransportadoras de Enterobacteriaceae (SPATEs), que são classificadas em duas classes, denominadas I e II, com base em suas atividades citotóxicas ou imunomodulatórias, respectivamente. Dentre as SPATEs de classe II, pode-se destacar a Tsh (temperature-sensitive hemagglutinin), descrita inicialmente em cepas de E. coli patogênica aviária (APEC) mediando a capacidade de hemaglutinação apresentada por algumas dessas cepas. No entanto, estudos posteriores identificaram a capacidade proteolítica de Tsh em seu sítio ativo de serinoprotease, de modo que essa proteína é considerada bifuncional. Apesar de Tsh ter sido inicialmente descrita em APEC, vários estudos têm relatado a presença do gene tsh em isolados de infecções extraintestinais humanas, sendo importante compreender o papel que essa SPATE pode desempenhar nas infecções promovidas por ExPEC. Nesse contexto, o objetivo deste projeto é avaliar a atividade da SPATE Tsh na capacidade de evasão de E. coli ao sistema imune inato e na patogênese da Sepse. A compreensão do papel de Tsh nessas infecções pode trazer futuras perspectivas para tratamento e controle desses patógenos como agentes de infecções sistêmicas graves. (AU)

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