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Potencial antierosivo da associação de fluoretos com o aminometacrilato: estudo in situ randomizado cruzado

Processo: 22/03491-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2022
Vigência (Término): 31 de maio de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Alessandra Buhler Borges
Beneficiário:Karine Carvalho dos Santos
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Dentística restauradora   Erosão dentária   Esmalte dentário   Fluoreto de sódio   Polímeros   Microdureza   Estudo in situ

Resumo

A etiologia multifatorial que leva ao desgaste erosivo torna complexa sua prevenção e tratamento. Embora eficazes, as estratégias preventivas com ênfase no uso de fluoretos apresentam limitações, portanto, a utilização de polímeros bioadesivos com objetivo de formar filmes protetores superficiais e aumentar a substantividade dos ativos presentes nos compostos fluoretados tem sido investigada. Resultados promissores foram encontrados em estudos laboratoriais realizados por nosso grupo de pesquisa utilizando polímeros, com destaque ao copolimero do polimetacrilato. Assim, como continuidade ao processo de entendimento e caracterização do mecanismo de ação preventivo, neste trabalho, propusemo-nos a mensurar o efeito da associação de soluções contendo F (Fluoreto de Sódio NaF - 225 ppm F-) e/ou S (Cloreto Estanhoso SnCl‚ - 800 ppm Sn+2) e/ou copolímero AMC (Aminometacrilato 2%) no potencial antierosivo da película adquirida sobre o esmalte, frente a desafios erosivos, por meio de um estudo randomizado cruzado de modelo in situ. Para tal, no período da manhã doze voluntários previamente selecionados instalarão um dispositivo intraoral contendo espécimes de esmalte bovinos e deverão aguardar 5 minutos para formação inicial da película adquirida. Após, realizarão o bochecho com uma das soluções a serem testadas (1 minuto), devendo permanecer por 30 minutos sem se alimentar utilizando o dispositivo palatal, para permitir a maturação da película adquirida. Em seguida, o os espécimes serão submetidos ao desafio com ácido clorídrico 0,03%, pH 2,3 por 3 minutos extraoralmente. Esses passos serão repetidos, implementando uma ciclagem erosiva, com cinco aplicações das soluções de tratamento, sendo: Água ultrapura (controle negativo); F; S; AMC; FS; F associado ao AMC; FS associado ao AMC. Cada solução será testada em uma fase com os mesmos voluntários, com um intervalo de dois dias de washout. Após o término da ciclagem, os espécimes serão removidos do dispositivo e será realizada a análise da microdureza superficial dos espécimes e determinação da concentração de flúor adsorvido ao esmalte. Os dados obtidos serão submetidos à análise estatística apropriada, de acordo com a aplicação dos testes de normalidade, a um nível de significância de 5%.(AU)

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