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Atmosferas de exoplanetas: o impacto da atividade estelar no espectro de transmissão

Processo: 21/14897-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2026
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Estelar
Pesquisador responsável:Adriana Benetti Marques Valio
Beneficiário:Viktor Yuri Doná Sumida
Instituição Sede: Escola de Engenharia (EE). Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Instituto Presbiteriano Mackenzie. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/04055-8 - Espectroscopia de alta precisão: das primeiras estrelas aos planetas, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):24/03652-3 - Parâmetro de Impacto e Atividade Estelar - Implicações para Espectroscopia de Transmissão Exoplanetária: Análise prospectiva sobre futuros alvos do telescópio espacial ARIEL; e uma investigação detalhada da lacuna no raio de planetas pequenos, BE.EP.DR
Assunto(s):Atividade estelar
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:atividade estelar | Atmosfera exoplanetária | Espectro de transmissão | manchas estelares | Atividade estelar

Resumo

Atmosferas de exoplanetas são nossa única janela para estudar os processos físicos e químicos que ocorrem nesses longínquos mundos. Tais processos são importantes rastreadores das origens e da evolução de sistemas planetários. Nesse contexto, poderíamos entender melhor quão comuns ou únicas são as condições que levam ao surgimento da vida, que podem deixar traços espectroscópicos precisos nas atmosferas exoplanetárias. A espectroscopia de transmissão é a técnica mais eficaz para sondar e medir a composição e as propriedades das atmosferas de exoplanetas. Essa técnica consiste no trânsito planetário por sua estrela hospedeira. Durante o trânsito, uma pequena fração da radiação estelar é filtrada pela atmosfera do planeta, onde é apenas parcialmente absorvida. A absorção será dependente do comprimento de onda devido às propriedades de espalhamento de átomos e moléculas na atmosfera planetária. No comprimento de onda de uma forte transição atômica ou molecular, a atmosfera é mais opaca e o raio do planeta é maior. Isso levanta a perspectiva de medir o espectro de transmissão da atmosfera do planeta e, assim, obter conhecimento de sua composição. Uma das principais limitações desta técnica é a atividade estelar que pode levar a uma subestimação ou sobrestimação significativa da razão entre o raio do planeta e o raio estelar em função do comprimento de onda. Sendo assim, motivados por isso, estudaremos quantitativamente o impacto da atividade estelar, como a presença de manchas, no espectro de transmissão de planetas extrassolares.

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