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Dieta de duas espécies invasoras de anfíbios na Ilha de Oahu e quantificação do possível impacto sobre a fauna local

Processo: 22/00437-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de agosto de 2022
Vigência (Término): 01 de novembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia
Pesquisador responsável:Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira
Beneficiário:Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira
Pesquisador Anfitrião: Brenden Stephen Holland
Instituição Sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: Hawai'i Pacific University (HPU), Estados Unidos  
Assunto(s):Espécies invasoras   Invasão biológica   Anura   Dieta animal   Riscos ambientais   Ilhas   Fauna   Patógenos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:anuros | Aquarana catesbeiana | dieta | espécies invasoras | ilhas | Rhinella marina | Biologia da invasão

Resumo

Espécies invasoras de animais em ilhas representam um risco elevado para a fauna local e é um problema global. Dentre diversos impactos possíveis, a transmissão de patógenos e interferências nas redes tróficas são bastante comuns. Este problema pode ser ainda intensificado quando a ilha não possuía naturalmente um grupo taxonômico que a invadiu com diversas espécies. Este é o caso do arquipélago do Havaí, onde não haviam espécies nativas de anfíbios e agora ao menos seis espécies de anuros invasoras mantem populações reprodutivas em diversas de suas ilhas. Duas delas são consideradas bastante agressivas e boas colonizadoras: a rã-touro (Aquarana catesbeiana) e o sapo-cururu (Rhinella marina). Assim, no presente projeto, proponho estudar em detalhes aspectos da dieta e infecção pelo fungo quitrídio (Bd) nestas duas espécies. Com estes dados será possível avaliar se estas espécies estão realmente se alimentando de fauna nativa, endêmica, ou ameaçada, e ainda permitirá testar hipóteses sobre deslocamento de nicho alimentar quando as espécies estão em sintopia e diferenças alimentares influenciadas pela infecção por Bd. Estas hipóteses ainda foram muito pouco testadas ou ainda são inéditas para anfíbios. Os resultados do projeto poderão subsidiar ações de conservação locais no Havaí, mas também poderão ser aplicadas em casos similares no Brasil, como aquele observado em Fernando de Noronha ou outras ilhas com populações invasoras de anfíbios pelo mundo. O projeto contará com apoio da Hawaii Pacific University, com quem uma nova linha colaborativa poderá ser firmada para projetos subsequentes. (AU)

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