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Avaliação histopatológica de pulmões transplantados em modelo de doação pós-morte encefálica, pós-parada circulatória ou isquemia fria

Processo: 21/14175-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2022
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Paulo Manuel Pêgo-Fernandes
Beneficiário:Giovana Maria Manzuti
Instituição Sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Transplante de pulmão   Isquemia fria   Edema pulmonar   Morte encefálica   Histopatologia   Modelo experimental
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:isquemia fria | morte encefálica | Parada circulatória | Transplante de Pulmão | Transplante

Resumo

Atualmente os principais tipos de doações aceitas em grandes centros mundiais são: Doação pós-Morte Encefálica (DME) e Doação pós-Parada Circulatória (DPC). Entretanto sabemos que a demanda em busca do transplante de pulmão é alta, e a cada ano que passa a taxa desses transplantes diminui. A DME é a principal fonte de órgão para transplante pulmonar, mas apenas 10 a 30% dos órgãos doados são viáveis para o transplante. Durante o processo de morte encefálica, ocorre uma cascata de eventos hemodinâmicos, metabólicos, inflamatórios e neuroendócrino que lesionam o tecido pulmonar e estão diretamente relacionados disfunção primária do enxerto pós transplante. O número de captações de DPC vem crescendo em grandes centros mundiais, com o intuito de diminuir o tempo de espera dos pacientes em lista. As complicações associadas à DPC, estão relacionadas ao período de isquemia quente que ocorre entre à suspensão do suporte de manutenção a vida e a captações dos pulmões pela equipe transplantadora. Os resultados obtidos nos últimos anos usando DPC são promissores e com sobrevida comparável aos de pacientes transplantados a partir da DME. Dado que os modelos experimentais são amplamente utilizados na pesquisa experimental em transplante, o objetivo desses estudos é descrever e comparar o processo inflamatório após o transplante pulmonar utilizando doação pós-morte encefálica; doação pós-parada circulatória e isquemia fria. A partir desses resultados é possível fornecer dados importantes à literatura para que pesquisadores da área de transplante de pulmão possam padronizar e escolher modelos mais compatíveis à tratamentos específicos. Serão utilizados doze ratos, em que irão ser divididos em 4 grupos: Intacto (n=3); Morte Encefálica (n=3); Parada Circulatória (n=3); Isquemia Fria (n=3). Ao final do protocolo será avaliada a histopatologia do tecido pulmonar e avaliação de edema pulmonar. (AU)

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