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Aproveitamento de subprodutos do tucumã (Astrocaryum aculeatum) por extração com líquidos pressurizados assistida por ultrassom

Processo: 22/00489-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos
Pesquisador responsável:Julian Martínez
Beneficiário:Mariana de Paula Kraüss Ferreira
Instituição Sede: Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Química verde   Aproveitamento de subprodutos   Alta pressão   Extração   Compostos fenólicos   Cadeia agroindustrial   Ultrassom   Análise de variância   Teste de Tukey
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:alta pressao | Aproveitamento de subprodutos | Compostos fenólicos | Química Verde | Tucumã | ultrassom | Extração

Resumo

A Amazônia possui uma rica biodiversidade na sua fauna e flora, que desperta interesses comerciais e acadêmicos. O tucumã do Amazonas (Astrocaryum aculeatum) é um fruto muito comum nessa região, geralmente consumido in-natura e altamente nutritivo. Além do caroço, do qual se extrai a amêndoa usada para produzir a manteiga, a casca do tucumã é um dos principais resíduos proporcionados pelo seu consumo. A extração de compostos bioativos utilizando tecnologias de alta pressão assistidas por ultrassom se enquadram na química verde, ao contrário dos métodos tradicionais, além de proporcionar produtos de melhor qualidade. Assim, este trabalho tem como objetivo a obtenção de extratos ricos em compostos bioativos da amêndoa e da casca de tucumã com líquidos pressurizados assistida por ultrassom (UAPLE). Uma extração utilizando método convencional com Soxhlet será realizada, em duplicata. A amêndoa de tucumã será, previamente, desengordurada por extração com CO2 supercrítico a 25 MPa e 40 °C. A amêndoa desengordurada e a casca passarão serão submetidas à UAPLE com etanol e água (3:1, m:m), em pressão de 10 MPa, frequência fixa de 20 kHz, potências de 0 (sem ultrassom), 240, 480 e 720 W e temperaturas de 60, 80 e 100 ºC. Desta forma, serão avaliados os efeitos da potência de ultrassom e da temperatura no rendimento global, teor de carotenóides (apenas na casca), teor de fenólicos totais e capacidade antioxidante dos extratos pelos métodos FRAP e ORAC. O conteúdo de proteína da amêndoa e da casca do tucumã também será determinado, visando avaliar a sua aplicação na formulação de novos produtos. Os resultados obtidos na UAPLE serão avaliados estatisticamente por análise de variância (ANOVA), onde as diferenças significativas ao nível de 5% de significância serão analisadas pelo teste de Tukey. Pretende-se, com este trabalho, sugerir uma estratégia ecologicamente correta para o aproveitamento de um resíduo agroindustrial tipicamente brasileiro, através da integração de tecnologias de extração em altas pressões com ultrassom para a obtenção de novos produtos de alto valor.(AU)

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