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Diferenças sexuais na resistência à anoxia em Trachemys scripta

Processo: 21/10482-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2022
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Luciane Helena Gargaglioni Batalhão
Beneficiário:Sofia Lopes Basílio da Silva Matos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Hormônios esteroides gonadais   Metabolismo celular   Ciclo reprodutivo   Hipóxia   Glicogenólise   Estudo comparativo

Resumo

Todos os vertebrados dependem do oxigênio para a manutenção de sua homeostasia e funções vitais. Cágados, porém, podem tolerar situações de privação de oxigênio, denominadas de anoxia, onde a taxa metabólica destes animais decresce drasticamente. No ambiente em que estas espécies vivem, os períodos de anoxia podem ultrapassar quarenta dias, processo dependente de temperatura. O metabolismo celular de tartarugas passa de um estado de fosforilação oxidativa aeróbica para glicólise anaeróbica, o que aumenta significativamente as concentrações de ácido lático. Durante a privação de oxigênio na água, ocorre uma queda do pH do sangue, consequentemente aumentando as concentrações de monoaminas (especialmente noradrenalina), e, por fim, ocasionando em uma elevação da glicogenólise muscular e hiperglicemia. Muitos estudos buscaram avaliar quais as adaptações genéticas, metabólicas, fisiológicas, comportamentais e evolutivas da tolerância à anoxia em cágados de água doce. Entretanto, os estudos realizados não exploram as diferenças sexuais destas adaptações. Este projeto visa avaliar diferenças ligadas aos hormônios sexuais na resistência à anoxia em machos e fêmeas de Trachemys scripta. Para isso, iremos avaliar o metabolismo de lactato e glicogênio no plasma, temperatura, pH arterial, expressão do HIF-1 e quantidade de catecolaminas no encéfalo, de machos e fêmeas após 12h de normóxia, hipóxia e anoxia, com relação aos hormônios sexuais nestes animais em diferentes fases do ciclo reprodutivo.(AU)

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