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Como as empresas respondem a falhas? o papel do viés de atribuição na alocação de atenção para exploração

Processo: 21/10518-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2022
Vigência (Término): 31 de julho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Administração de Empresas
Pesquisador responsável:Jorge Manoel Teixeira Carneiro
Beneficiário:Marlon Fernandes Rodrigues Alves
Instituição-sede: Escola de Administração de Empresas (EAESP). Fundação Getúlio Vargas (FGV). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Inovação   Tomada de decisão   Falha

Resumo

Este projeto está situado na literatura comportamental dentro da gestão estratégica, e com particular interesse em como as organizações respondem às falhas. Mais especificamente, este projeto quer examinar como as diferentes fontes de falha (especificamente, as próprias falhas versus falhas de terceiros) afetam a maneira como as organizações exploram novos conhecimentos. Aprender com as falhas do passado é fundamental para a adaptação e mudança organizacional. Enquanto estudos anteriores investigaram os efeitos do fracasso sobre o desempenho, os efeitos sobre como as organizações ajustam seu comportamento, ou seja, o grau de exploração, receberam atenção limitada. Na verdade, as organizações podem tirar proveito dos mecanismos de aprendizagem diferentes que dão sentido às experiências de fracasso direto e indireto. Porém, os gerentes diferem na maneira como atribuem valor a cada fonte de experiência de falha. Assim, este projeto avança que, devido ao viés de atribuição sistemático, as falhas de terceiros tendem a estar associadas a maiores níveis de exploração do que as falhas da própria empresa. Para a análise empírica, serão conduzidos dois estudos para testar as hipóteses. O primeiro estudo será correlacional e o segundo, causal. O Estudo 1 é um estudo de campo para observar recalls de produtos e desenvolvimento de tecnologia na indústria de dispositivos médicos. O Estudo 2 usa um projeto experimental para manipular ortogonalmente a fonte de falha e fornecer evidências claras para apoiar ou não o mecanismo de viés de atribuição subjacente ao desenvolvimento da teoria. Ao fazer isso, este projeto tem implicações potenciais e relevantes para as empresas, bem como para a pesquisa sobre desenvolvimento de tecnologia, gestão de projetos e intervenções públicas. No geral, nosso estudo tem o potencial de avançar no entendimento da dinâmica comportamental nas respostas organizacionais ao fracasso.

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