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Alterações mitocondriais induzidas pela doxorubicina e potencial protetor da Alda-1 em células cardíacas

Processo: 21/14056-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2022
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Daisy Maria Favero Salvadori
Beneficiário:Leandro Lopes Silva
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiotoxicidade   DNA mitocondrial   Estresse oxidativo   Sobrevivência celular   Peroxidação de lipídeos   Doxorrubicina   Streptomyces   Técnicas in vitro

Resumo

A doxorrubicina (DOX) é uma antraciclina isolada da actinobacteria Streptomyces peucetius e amplamente utilizada na terapia antineoplásica. Entretanto, apesar da sua eficácia, a DOX pode promover quadros de cardiotoxicidade que limitam a quimioterapia e diminuem a qualidade de vida dos pacientes. A literatura científica sugere que a toxicidade induzida pela DOX pode estar associada à disfunção mitocondrial, a qual resulta em aumento da produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), em danos no DNA mitocondrial e na diminuição da produção de energia. Nesse contexto, a enzima mitocondrial aldeído-desidrogenase 2 (ALDH2) tem papel importante, pois atua na proteção contra os efeitos do estresse oxidativo. Contudo, sabe-se que a DOX pode provocar redução na atividade da ALDH2, tornando o tecido cardíaco suscetível a alterações decorrentes de processos como a lipoperoxidação. Reconhecida como um importante ativador da ALDH2, a Alda-1 é um potencial agente terapêutico que vem sendo testado contra os efeitos colaterais da DOX. Diante dessas premissas, o presente estudo tem por objetivo investigar se mecanismos mitocondriais estão associados à cardiotoxicidade induzida pela DOX e a possível ação protetora da Alda-1. Mais especificamente, serão avaliados em cardiomioblastos tratados in vitro com a DOX e a Alda-1, a viabilidade celular, danos no DNA mitocondrial, a geração de EROs mitocondrial e a massa e o potencial de membrana mitocondrial. Espera-se que os resultados possam contribuir para o entendimento do mecanismo de cardiotoxicidade da DOX, bem como do potencial da Alda-1 para a proteção das células cardíacas.(AU)

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