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Biorrefinaria: um sistema integrado de produção de ésteres biolubrificantes e imobilização da lipase de Aspergillus tubingensis

Processo: 21/13147-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2022
Vigência (Término): 30 de setembro de 2022
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química
Pesquisador responsável:Ariela Veloso de Paula
Beneficiário:Amanda Noli Freitas
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Processos industriais   Cadeia agroindustrial   Biorrefinarias   Imobilização   Biocatálise   Aspergillus   Biotransformação

Resumo

Lipases catalisam diversas reações e são facilmente separadas do meio reacional quando imobilizadas, tornando-as enzimas versáteis e amplamente utilizadas em biotransformações. Podem ser obtidas de fontes microbianas, como fungos, que apresentam vantagens com menores custos de cultivo, secreção extracelular da enzima e maiores estabilidade e atividade comparadas às demais fontes. O custo final é um grande entrave para o uso industrial de produtos biotecnológicos, portanto a redução de custos é de grande interesse, podendo ser obtida através do emprego de meios de cultura alternativos, como resíduos agroindustriais, e da redução das etapas de extração/purificação. Uma estratégia que pode ser empregada é a imobilização da enzima no caldo fermentado, excluindo etapas tradicionais de purificação e reduzindo custos. Além disso, a aplicação de lipases na síntese de ésteres de interesse industrial, como biolubrificantes, torna-se uma alternativa viável e eco-friendly, em substituição aos lubrificantes sintéticos e derivados de petróleo. Neste contexto, o presente projeto tem por objetivo agregar valor ao resíduo agroindustrial óleo fúsel, utilizando-o como matéria-prima na produção de ésteres biolubrificantes catalisada por lipases imobilizadas. Para tanto, a lipase de Aspergillus tubingensis será produzida em cultivo submerso e imobilizada em estireno-divinilbenzeno. Ademais, pretende-se desenvolver um sistema inovador para um reator em coluna de leito fixo que permitirá: (1) a imobilização da lipase de A. tubingensis; (2) a produção de biolubrificante; e (3) a renovação da coluna. (AU).

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