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Educação estética e desenvolvimento humano: expressões e (trans)formações mediadas pela arte

Processo: 21/14081-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 23 de maio de 2022
Vigência (Término): 22 de maio de 2023
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Pesquisador responsável:Ana Lúcia Horta Nogueira
Beneficiário:Carolina Nascimento Dias
Supervisor: Frédéric Saussez
Instituição Sede: Faculdade de Educação (FE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université de Sherbrooke (UdeS), Canadá  
Vinculado à bolsa:19/16143-1 - Educação estética e desenvolvimento humano: expressões e (trans) formações mediadas pela arte, BP.DR
Assunto(s):Emoções   Psicologia cultural-histórica   Psicologia escolar   Psicologia educacional   Oficinas culturais
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Atividade linguageira | Desenvolvimento da potência de agir | educação estética | Emoções | Psicologia Histórico-Cultural | Psicologia e Educação

Resumo

Este projeto de pesquisa visa compreender as possibilidades da educação estética na formação de professores. Por meio de um curso teórico-prático online gratuito para professores do ensino fundamental II de escolas públicas brasileiras, realizamos estudos, vivências, diálogos e reflexões sobre as possibilidades da educação estética na escola por meio do trabalho com sensibilidades. A partir da psicologia histórico-cultural de Vigotski, entendemos a educação estética como a possibilidade de desenvolver e preservar o potencial criador dos sujeitos. Para isso, a educação deve permitir a existência do sentimento estético por meio da superação das experiências imediatas para dar lugar às experiências criativas. A arte, como dimensão da educação estética, refere-se às possibilidades e à força de resistência, tendo o potencial de afetar o sujeito. Como mediadora na constituição de novas formas de ser, de pensar e de agir na realidade, pode orientar o quotidiano para o nós, o coletivo e permitir formas de relações mais elaboradas. Assim, defendemos a tese segundo a qual a educação estética na escola representa um imperativo ético capaz de mobilizar e abrir caminhos para que os professores se conectem com seu trabalho, suas histórias, suas potencialidades e suas capacidades de se articularem em coletivos, expressando e (re ) significando as emoções que venham contribuir para o desenvolvimento de suas funções psicológicas superiores. Acreditamos que esta pesquisa fornecerá elementos para refletirmos em que medida a escola pode repensar suas práticas, oferecendo espaços em que a expressão de emoções, o diálogo e a criatividade sejam privilegiados como forma de resistência à opressão e à desnaturalização de problemas que foram e ainda são socialmente construídos, produzindo efeitos no processo de subjetivação dos professores e contribuindo para sua autonomia e coletividade. (AU)

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