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Possível envolvimento de mecanismos epigenéticos e de endocanabinoides nos comportamentos resistentes ao tratamento induzidos na linhagem de ratos sensível de Flinders por exposição a um estressor traumático

Processo: 21/13878-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Vigência (Término): 30 de setembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Sabrina Francesca de Souza Lisboa
Beneficiário:Arthur Alves Coelho
Supervisor no Exterior: Gregers Wegener
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa: Aarhus University, Dinamarca  
Vinculado à bolsa:21/01656-3 - Avaliação do envolvimento de acetilação de proteínas histonas nas alterações comportamentais e no sistema endocanabinoide após exposição a um trauma em camundongos, BP.MS
Assunto(s):Depressão   Epigênese genética   Estresse

Resumo

A exposição ao estresse tem sido intimamente associada ao desenvolvimento de várias condições psiquiátricas, como depressão e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). O estresse causa diversas disfunções do eixo neuroimunoendócrino, levando a alterações biomoleculares e comportamentais. Algumas mudanças que ocorrem no TEPT incluem diminuição da sinalização endocanabinoide em regiões do cérebro, como hipocampo, córtex pré-frontal medial e amígdala. Existe uma forte relação entre TEPT e depressão. Ambas as condições são tratadas com antidepressivos e aconselhamento psicológico, embora a maioria não atinja a remissão. Além disso, estudos recentes mostraram que a comorbidade aumenta a chance de desenvolvimento de depressão resistente ao tratamento, tornando o tratamento ainda mais difícil. Com base nisso, hipotetizamos que a associação entre depressão e TEPT também pode gerar resistência ao tratamento de comportamentos relacionados ao TEPT, como o déficit de extinção da memória do medo. Sugerimos que a sinalização endocanabinóide diminuída e mecanismos epigenéticos podem estar envolvidos neste processo. Portanto, pretendemos combinar um modelo genético de depressão em ratos a um paradigma de TEPT para avaliar se há resistência à facilitação da extinção do medo pelo tratamento antidepressivo convencional, e se isso está correlacionado com alteração na expressão de moléculas endocanabinóides que podem ser causadas por mecanismos epigenéticos no cérebro. Além disso, investigaremos se uma droga que aumenta a sinalização endocanabinoide por meio dos receptores canabinoides CB1, mas bloqueia os receptores vanilóides TRPV1, poderia facilitar a extinção do medo.

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