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Impacto da exposição ao metilmercúrio (MeHg) sobre a estabilidade genômica e parâmetros bioquímicos relacionados ao status redox, em indivíduos de comunidades ribeirinhas amazônicas cronicamente expostas ao metal, via dieta

Processo: 20/07488-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica
Pesquisador responsável:Gustavo Rafael Mazzaron Barcelos
Beneficiário:Nathália de Assis Aguilar Duarte
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/24069-3 - Do biomonitoramento ao reconhecimento de assinaturas do exposoma humano visando antecipar riscos para uma saúde contínua, AP.TEM
Assunto(s):Toxicidade   Metais   Genotoxicidade   Compostos de metilmercúrio   Oxirredução   Dieta   Expressão gênica   Reparo do DNA   Polimorfismo genético   Ensaio cometa   Povos ribeirinhos   Amazônia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:expressão gênica | Genotoxicidade | interações gene-metais | Polimorfismos | Toxicidade | Toxicologia de metais

Resumo

Estudos epidemiológicos demonstram que o mercúrio (Hg) induz distúrbios no estado redox, levando a danos oxidativos e danos ao DNA. No entanto, nenhum estudo foi conduzido a fim de avaliar o impacto da exposição ao metal na expressão de genes associados à sinalização de danos no DNA, bem como as possíveis influências de polimorfismos genéticos do sistema de reparo do DNA sobre a genotoxicidade induzida pelo metal. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivos avaliar o impacto da exposição ao Hg sobre o estado redox, sobre estabilidade genômica e sobre o perfil de expressão dos genes relacionados ao reparo de DNA, bem como a influência de polimorfismos genéticos associados ao sistema de reparo do material genético sobre estes biomarcadores, em comunidades ribeirinhas amazônicas cronicamente expostas ao metal, via dieta. Concentrações do metal (e suas espécies químicas) serão determinadas no sangue, plasma, urina e cabelo por LC-ICP-MS e vários parâmetros bioquímicos relacionados ao estresse oxidativo serão quantificados por LC-MS/MS. A estabilidade genômica será monitorada por meio do ensaio do citoma micronúcleo em células esfoliativas da mucosa bucal (BMNCyt) e pelo ensaio do cometa (SCGE) em sangue periférico. As análises das expressões de genes associados ao sistema de reparo do DNA serão determinadas por qPCR e as genotipagens serão realizadas pelos ensaios TaqMan. Assim, espera-se que os resultados obtidos auxiliem no melhor entendimento dos mecanismos moleculares relativos à toxicidade induzida pela exposição ao metal, bem como a sua modulação associada à diversos eventos genéticos. (AU)

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