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Perfil das células dendríticas pulmonares como potencial biomarcador de Pneumonite de hipersensibilidade

Processo: 21/10981-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2021
Vigência (Término): 30 de novembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Alexandre Todorovic Fabro
Beneficiário:Mateus Magalhães Lage Moraes
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Pneumologia   Pneumopatias   Células dendríticas   Evolução clínica   Sobrevida   Imuno-histoquímica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Célula dendrítica | evolucao clinica | imunohistoquimica | Padrões Morfológicos | pneumonite de hipersensibilidade | Sobrevida | Pneumologia

Resumo

A pneumonite de hipersensibilidade tem se destacado como uma das principais causas de doença pulmonar intersticial no Brasil, sendo mediada por reações de hipersensibilidade dos tipos III e IV em resposta à inalação de agentes ambientais diversos, com a formação de bronquiolite celular e/ou granulomas e, por muitas vezes, evoluindo para fibrose pulmonar. Independentemente das reações que medeiam o processo, o "starting" inicial é dado pela captação antígenos pelas células dendríticas apresentadoras de antígenos. Nossa hipótese de trabalho baseia-se nos diversos fenótipos de imunoexpressão que as células dendríticas epiteliais e intersticiais pulmonares possam expressar e co-participar ativamente na determinação do microambiente das vias fisiopatológicas relacionadas ao tipo e intensidade das reações de hipersensibilidade resultantes em fibros. Assim, nosso foco é determinar o potencial biomarcador do perfil de células dendríticas em biópsias pulmonares cirúrgicas de pacientes com diagnóstico de PH após discussão multidisciplinar. Para tanto, pretende-se fazer um painel imunohistoquímico de imunomarcadores de diferentes tipos de células dendríticas e sua análise morfométrica, conjuntamente com minucioso estudo histomorfológico e histoquímico, além do levantamento de dados clínicos e radiológicos, incluindo espirometria e sobrevida. Os resultados pretendem demonstrar se existe algum padrão de evolução clínico-radiológico relacionado a densidade e/ou tipos específicos de células dendríticas que possa ser usado com biomarcador diagnóstico e/ou prognóstico. (AU)

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