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Crescimento micelial, esporulação, germinação e conidiação secundária in vitro do fungo Colletotrichum abscissum em extratos de algas arribadas

Processo: 21/10182-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2021
Vigência (Término): 31 de outubro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Maria Candida de Godoy Gasparoto
Beneficiário:Caio Gomes
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Agrárias. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus do Vale do Ribeira. Registro , SP, Brasil
Assunto(s):Fitopatologia   Controle alternativo de doenças de plantas   Podridão (doença de planta)   Colletotrichum   Extratos vegetais   Macroalgas   Citrus sinensis
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Citrus sinensis | Colletotrichum acutatum | estrelinha | macroalgas | Fitopatologia

Resumo

O Brasil é o maior produtor de laranjas do mundo, além de ser o maior exportador de suco concentrado dessa fruta. O Estado de São Paulo é a maior região citrícola comercial no Brasil. Problemas fitossanitários são responsáveis por perdas na produção citrícola. Nesse contexto, uma importante doença dos citros é a podridão floral (PFC), causada principalmente pelo fungo Colletotrichum abscissum. Alta intensidade dessa doença no pomar pode trazer prejuízos, que podem comprometer até 80% da produção de uma propriedade citrícola. Epidemias severas podem ocorrer quando o florescimento das plantas coincide com alta frequência de chuvas. Ainda que seja uma doença de ocorrência esporádica, em áreas citrícolas onde a doença é frequente, aplicação de fungicidas de maneira preventiva durante o período de florescimento das laranjeiras é a principal recomendação de controle, mesmo quando não ocorre condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da PFC. O problema das aplicações desnecessárias de fungicidas unissítios está, além da possível contaminação ambiental, na seleção de isolados resistentes do patógeno. Além dos poucos ingredientes ativos registrados para o controle da doença no Brasil, não há registro de produtos voltados para o controle alternativo da PFC. Assim, estudos com extratos das algas devem ser conduzidos, visto que alguns desses produtos já comprovaram seu potencial antifúngico. Dentre as algas que podem ser utilizadas nesses estudos, um grupo chama a atenção devido sua fonte abundante e facilidade de coleta, além de colaborar para a manutenção de praias mais "limpas" e servir de alternativa de renda à comunidade costeira: as algas arribadas. Algas arribadas são aquelas que se desprendem das rochas devido a dinâmica das marés e ventos e, com isso, se acumulam na costa litorânea. No presente trabalho, será avaliado o potencial de controle in vitro do fungo C. abscissum por extratos (dimetilsulfóxido e n-hexano) de algas arribadas. (AU)

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