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Avaliação in vitro da atividade acaricida do ozônio/óleo ozonizado sobre células de linhagem embrionária de carrapatos (RSE8 e IDE8) infectadas e não infectadas com Ehrlichia canis

Processo: 21/10773-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 10 de janeiro de 2022
Vigência (Término): 09 de abril de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Maria Izabel Souza Camargo
Beneficiário:Marina Rodrigues de Abreu
Supervisor no Exterior: Ana Isabel Amaro Gonçalves Domingos
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Local de pesquisa: Universidade Nova de Lisboa, Portugal  
Vinculado à bolsa:18/02999-9 - Ação in vitro e in vivo do ozônio sobre células de linhagem embrionária (RML RSE e RML-15) e fêmeas adultas de carrapatos R. sanguineus s. l. semi ingurgitadas, BP.DR
Assunto(s):Patógenos   Controle de carrapatos   Carrapatos   Cultura de células   Ozônio   Ehrlichia canis

Resumo

A espécie Rhipicephalus sanguineus l.s. popularmente conhecida como "carrapato do cão", tem grande importância médico veterinária, pois, além de espoliar seus hospedeiros, pode ser vetora de agentes patogênicos que afetam os animais domésticos e os seres humanos, incluindo a bactéria intracelular Ehrlichia canis, responsável pela Erliquiose Monocítica Canina (EMC), uma das mais importantes na área veterinária. Inúmeros estudos vêm sendo conduzidos na busca de métodos eficazes de controle desse carrapato priorizando-se além da segurança dos animais não alvos, a saúde humana, a minimização na geração de resíduos ambientais, porém enfatizando que os mesmos devem ser eficientes contra o ectoparasita. Nesse contexto, o ozônio, um agente oxidante e que pode ser utilizado sob várias formulações (dissolvido em água, óleo, etc) tem-se mostrado ser um potencial acaricida sobre a espécie R. sanguineus l.s. (in vivo), visto que testes de exposição com água ozonizada alterou morfofisiologicamente o integumento, as glândulas salivares, os ovários e o órgão de Gené de fêmeas desta espécie de carrapatos. Apesar dos resultados animadores e obtidos em laboratório, ainda restam questões a serem respondidas referentes ao efeito acaricida do ozônio a níveis celular e molecular. Para tanto, vem-se propor o estudo in vitro, do potencial de ação acaricida do ozônio (óleo de girassol ozonizado) sobre linhagens celulares embrionárias de carrapatos (IDE8 e RSE8) infectadas e não infectadas com E. canis com o objetivo de se esclarecer os mecanismos celulares e moleculares que resultam dessa exposição, inclusive sobre os patógenos transmitidos por esses carrapatos, fazendo para tanto análises de qPCR para genes de estresse celular e apoptose (GST e Caspases 1/8), bem como a realização de analises morfológicas das células sob microscopia de luz para análise da infecção. (AU)

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