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Quem é o Mazama vermelho do Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais? Uma amostragem genética não invasiva e taxonomia integrativa

Processo: 21/02087-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal
Pesquisador responsável:José Maurício Barbanti Duarte
Beneficiário:Jeferson Lucas Sousa Freitas
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Genética populacional   Densidade populacional   Biogeografia   Filogenia   Mazama

Resumo

A compreensão sobre a distribuição geográfica e diversidade taxonômica das espécies do gênero Mazama apresenta grandes lacunas em maior parte devido aos hábitos elusivos e grande semelhança morfológica entre as espécies. Recentemente foi descoberta uma população de Mazama sp. da subtribo Odocoileina no Parque Estadual do Rio Doce, em Minas Gerais, entretanto não foi possível realizar sua identificação ao nível de espécie, podendo ser uma espécie ameaça ou mesmo uma espécie ainda não descrita pela ciência. À vista disso, este projeto detém como objetivo central identificar e caracterizar a população de Mazama sp. da subtribo Odocoileina que ocorre no Parque Estadual do Rio Doce utilizando amostragem não invasiva. Para isso serão utilizadas: 1) armadilhas fotográficas para obtenção de fotos visando identificação morfológica através de pranchas comparativas, 2) amostragem fecal com auxílio de cão farejador para identificação molecular com DNA mitocondrial e para realização de estimativas de densidade e tamanho populacional com o método Faecal Standing Crop e 3) coleta de pelo para análises de genética populacional através de regiões microssatélites do DNA nuclear. Utilizando apenas abordagens não invasivas, este projeto poderá identificar a espécie existente no Parque Estadual do Rio Doce e determinar suas principais características do ponto de vista populacional e genético. A obtenção de tais resultados traz consigo várias implicações para ações de manejo e conservação dos cervídeos brasileiros, especialmente caso se confirme a presença de uma nova espécie ou um táxon ameaçado de extinção. (AU)

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