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Avaliação da ação farmacológica do nebivolol e suas repercussões em modelo in vitro de pré-eclâmpsia

Processo: 21/01945-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2021
Vigência (Término): 30 de setembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Valeria Cristina Sandrim
Beneficiário:Thainá Omia Bueno Pereira
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Pré-eclâmpsia   Hipertensão induzida pela gravidez   Disfunção endotelial   Nebivolol   Óxido nítrico

Resumo

A pré-eclâmpsia (PE) destaca-se como a principal síndrome hipertensiva gestacional responsável por grandes taxas de morbimortalidade no Brasil e no mundo. A caracterização da doença se dá pela hipertensão (140/90 mmHg) que por sua vez é frequentemente acompanhada pela proteinúria, além da disfunção de órgãos alvo, como rins e fígado. A fisiopatologia da PE ainda não é totalmente elucidada, mas sabe-se que a isquemia placentária e a liberação de fatores vasoativos na corrente sanguínea materna desempenham papel importante no desenvolvimento de uma grande disfunção endotelial materna. A redução da biodisponibilidade de óxido nítrico (NO, do inglês nitric oxide) é um fator de suma importância para as repercussões lesivas da doença e pode ocorrer pelo desacoplamento da enzima eNOS, que leva à diminuição de NO, e a síntese, pela enzima desacoplada, de superóxido e consequentemente peroxinitrito, moléculas que contribuem para o estado de disfunção endotelial generalizado. Nesse contexto, o nebivolol, surge como um potencial tratamento da síndrome, uma vez que ele é capaz de favorecer a dimerização da eNOS, diminuir a síntese de superóxido e consequentemente aumentar a biodisponibilidade de NO. Sendo assim, no presente projeto, temos como objetivo estudar o efeito antioxidante do nebivolol em modelo in vitro de PE, além de investigar, em nível molecular, quais as alterações promovidas pelo fármaco em células endoteliais incubadas com plasma de PE. Descobertas nessa área poderão fomentar o surgimento de estratégias que possam ser utilizadas tanto na prevenção, como no tratamento da PE. (AU)

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