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A trajetória da COHAB-Bauru: política habitacional e produção do espaço urbano

Processo: 21/09243-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2022
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Fundamentos do Planejamento Urbano e Regional
Pesquisador responsável:Jefferson Oliveira Goulart
Beneficiário:Jennifer Souza Santos
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Política habitacional   Habitação social   Desenvolvimento urbano   Produção do espaço urbano   Análise qualitativa

Resumo

O presente projeto de pesquisa tem como objeto de estudo a atuação da Companhia de Habitação Popular de Bauru (SP) e a análise de sua trajetória, de sua fundação em 1966 até os dias atuais. A investigação compreende a catalogação quantitativa e a análise qualitativa da produção habitacional da Cohab-Bauru em diferentes períodos e por meio de distintos modelos institucionais, tomando-se como hipótese analítica que a provisão habitacional implica igualmente em produção do espaço urbano. Mesmo que as políticas habitacionais sejam pautadas pelo enfrentamento do déficit habitacional, também contribuem para a descontínua expansão da malha urbana e resultam em cidades espacial e socialmente fragmentadas. Esses aspectos remetem a dinâmicas urbanas que, além das políticas públicas, compreendem as ações do mercado imobiliário, cuja conjunção produz resultados como a segregação socioespacial dos estratos sociais de baixa renda, privados do direito à cidade. O estudo reconstitui a trajetória da Cohab-Bauru e seu desenvolvimento histórico como resultado da política habitacional implantada a partir do regime autoritário instalado em 1964, cuja origem está associada à modelagem institucional do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), do Banco Nacional de Habitação (BNH) e das Companhias de Habitação (COHABs). A amplitude do recorte cronológico também permite a análise dos impactos das mudanças institucionais subsequentes, sobretudo a partir da extinção do BNH, em 1986, a fim de compreender seus efeitos nas políticas públicas de habitação social e em que medida estas impactaram o desenvolvimento urbano de Bauru. (AU)

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