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Integração de respostas sistêmicas e mucosas a estressores em peixes de aquicultura

Processo: 21/11725-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2022
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Renata Guimarães Moreira Whitton
Beneficiário:Jennifer Lima de Oliveira
Supervisor no Exterior: Lluis Tort
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Universitat Autònoma de Barcelona (UAB), Espanha  
Vinculado à bolsa:20/10937-3 - Capacidade de elongação e dessaturação de ácidos graxos polinsaturados com 18 carbonos e sua influência na resposta imune não-específica de Astyanax fasciatus, BP.MS
Assunto(s):Hidrocortisona   Estresse   Peixes   Sistema imune

Resumo

Globalmente, a aquicultura é a agroindústria de crescimento mais rápido e a incidência de várias alterações nas condições de cultivo como densidades excessivas de estocagem, uso de produtos químicos e a presença de contaminantes externos podem direcionar mudanças muito relevantes na saúde ou desempenho dos peixes, é importante entender e avaliar como as mudanças no ambiente afetam a resposta ao estresse dos peixes, além da segurança alimentar. A resposta ao estresse pode ser caracterizada como inespecífica, sendo altamente dependente da intensidade, do tipo de estressor, da espécie e do ambiente em questão e envolvendo todos os sistemas regulatórios fisiológicos e ajustes comportamentais. Nesse sentido, muitos fármacos são amplamente encontrados no meio aquático principalmente por excreção humana. O gemfibrozil (GEM) é um fármaco usado para tratar os níveis anormais de triglicerídeos no sangue, com concentrações relatadas em águas costeiras de até 758 ng / L. Na verdade, esses compostos não são atualmente analisados e monitorados no controle de água potável pública pelas autoridades de saúde. Neste sentido, este projeto, que faz parte de um projeto maior, visa investigar e descrever a relação entre mecanismos sistêmico-mucosos com o objetivo de obter insights na resposta ao estresse e, portanto, melhorar o desempenho, a saúde e o bem-estar dos peixes. Para isso, será realizada uma exposição aguda e subcrônica com faixa de concentração de 0, 100 e 500 g L 1 de GEM por 96 h e 7 dias para determinar alterações no eixo neuroendócrino de estresse (cérebro, hipófise, rim cefálico e sangue) e imunidade sistêmica (rim cefálico, baço, sangue) sob diferentes condições experimentais de estresse crônico (microcontaminantes); mudanças nas superfícies mucosas (pele, brânquias) sob condições de estresse crônico; além de comparar as diferenças globais da resposta ao estresse sistêmico-mucosa.

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