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Alterações citológicas e arquiteturais na progressão e no tratamento da leucoplasia oral em modelo pré-clínico

Processo: 21/01065-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2021
Vigência (Término): 30 de novembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Estela Kaminagakura Tango
Beneficiário:Bruna de Oliveira da Silva
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Histologia   Carcinoma de células escamosas   Membrana basal   Leucoplasia oral   Modelos pré-clínicos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Carcinoma de células escamosas | pré-câncer | Histologia

Resumo

O carcinoma espinocelular (CEC) na região de cabeça e pescoço é uma das neoplasias malignas mais frequentes no mundo. Uma das formas da sua prevenção é detecção precoce e tratamento das lesões potencialmente malignas orais (LPM). Uma das LPMO mais comuns é a leucoplasia oral (LPO) sua taxa transformação maligna está relacionada a sua forma clínica e à presença ou não de displasia epitelial. Até o presente momento, não há evidências de que qualquer tratamento para LPO reduza a progressão para o câncer bucal. Os objetivos deste estudo serão: avaliar se os tratamentos com artemisinin e/ou com Rubus occidentalis extract (BRB) previnem as alterações macroscópicas, citológicas e arquiteturais das células epiteliais sob ação do carcinógeno 4-NQO simulando um cenário de não cessação tabágica em modelo pré-clínico. Material e métodos: 72 camundongos machos receberão água com 4-Nitroquinoline N-oxide por 16 semanas. Na 8ª semana, após a detecção das LPOs, os animais serão tratados com injeção subepitelial de artemisina semanalmente e/ou por BRB na alimentação diária. Nas 12ª e 16ª semanas, os animais serão eutanasiados, as línguas coletadas serão analisadas clinicamente e fotografadas. A classificação do grau de displasia epitelial será realizada em microscopia de luz convencional. As displasias epiteliais serão analisadas quanto a: alterações celulares: aumento da razão núcleo/citoplasma, hipercromatismo nuclear, aumento do número de mitoses, figuras de mitose aberrantes, mudança arquitetural, perda de polaridade celular, disqueratose e projeções epiteliais em gota restritas no 1/3 inferior do epitélio (displasia leve), no 1/3 médio (displasia moderada) ou até o terço superior (displasia severa). E por fim, o carcinoma quando as células epiteliais atípicas rompem a membrana basal e invadem o tecido conjuntivo/estroma. Os testes estatísticos apropriados serão empregados com ±=0.05. (AU)

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