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Estudo dos efeitos biológicos de pectinas modificadas de maracujá em modelo in vitro e in vivo de Carcinogênese de Cólon

Processo: 20/08063-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de outubro de 2021
Vigência (Término): 31 de maio de 2024
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Joao Paulo Fabi
Beneficiário:Lucas de Freitas Pedrosa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07914-8 - FoRC - Centro de Pesquisa em Alimentos, AP.CEPID
Assunto(s):Bioquímica de alimentos   Pectinas   Maracujá   Albedo   Transformação celular neoplásica   Neoplasias do cólon   Antineoplásicos

Resumo

Tem sido demonstrado na literatura a correlação entre maus hábitos alimentares e a escassez ou até ausência de alimentos de origem vegetal na dieta com o desenvolvimento e maior prevalência de diversas doenças crônicas não-transmissíveis, entre elas o Câncer de Cólon. As fibras alimentares têm sido cada vez mais exploradas como um dos fatores com características protetoras em relação a esse desenvolvimento, além de seus outros benefícios já bem estabelecidos. As pectinas são um tipo de fibra alimentar solúvel e são encontrados em diversos vegetais e frutos. Atualmente, é conhecido um efeito anticancerígena de diversas pectinas tanto naturais quanto modificadas. Quando modificadas termicamente, alguns tipos de pectinas desempenham atividade anticâncer mais significativa do que quando nativas, sendo o efeito relacionado às alterações de tamanho e tipos moleculares. O maracujá, especialmente o seu albedo, é rico em pectinas com muitas cadeias de homogalacturonano, uma pectina de caráter mais ácido. Estudos do nosso laboratório verificaram que a modificação química dessas pectinas do albedo do maracujá aumentou a ação anticancerígena em culturas bidimensionais de células de Câncer de Cólon, porém outras metodologias que mimetizem com mais fidedignidade o que ocorre no corpo humano deveriam ser empregadas para obtenção das melhores projeções de bioatividade, além de testar a eficácia do tratamento térmico nessa mesma matriz péctica. Portanto, o presente estudo busca avaliar os efeitos biológicos de pectinas de maracujá termicamente modificadas tanto em modelos in vitro quanto em modelo in vivo de Carcinogênese de Cólon. (AU)

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