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Modelos de infecção in vitro de cepas de Batrachochytrium dendrobatidis do Brasil

Processo: 21/09743-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 21 de março de 2022
Vigência (Término): 20 de setembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia
Pesquisador responsável:Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira
Beneficiário:Mariana Retuci Pontes
Supervisor no Exterior: An Martel
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: Ghent University (UGent), Bélgica  
Vinculado à bolsa:20/00099-0 - O fungo quitrídio e ranavírus em espécies do gênero Melanophryniscus (Anura: Bufonidae), BP.DR
Assunto(s):Anura   Quitridiomicose   Conservação (comportamento ecológico)

Resumo

A quitridiomicose, uma doença infecciosa emergente causada pelo fungo Batrachochytrium dendrobatidis (Bd), é considerada uma das causas da atual perda de diversidade de anfíbios. Em relação ao impacto do Bd em seus hospedeiros, as infecções podem levar a efeitos antagônicos, devido à indução de hiperplasia, hiperqueratose e aumento das taxas de descamação da epiderme, levando a interrupções das funções homeostáticas essenciais. Apesar do número de experimentos com infecção por Bd in vivo em anuros brasileiros, o conhecimento sobre os processos iniciais da infecção em nível celular ainda é limitado. O gênero Melanophryniscus é considerado um grupo importante para os esforços de conservação e ocorre principalmente no sul do Brasil, onde as populações selvagens de rã-touro são amplamente distribuídas. Algumas espécies de Melanophryniscus estão ameaçadas de extinção, e a presença de rã-touro em ambientes naturais representa um risco, visto que esta rã pode carregar altas cargas de infecção por Bd sem desenvolver quitridiomicose. Além disso, Bd-ASIA-2 / BRASIL, uma linhagem de alta virulência ocorre no sul e pode ser uma preocupação para espécies ameaçadas de extinção. Portanto, propomos analisar todo o ciclo de colonização de Bd do isolado Bd/GPL da rã-touro e da cepa BdASIA-2/BdBRAZIL, modelando a infecção in vitro na linhagem contínua de células A6. Depois de aprender o ensaio baseado em células que simula os estágios de colonização do Bd, essas técnicas podem facilitar os futuros estudos sobre os mecanismos de suscetibilidade do hospedeiro e virulência do patógeno em anuros do Brasil. (AU)

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