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Investigação do papel funcional e do potencial terapêutico dos canais de Panexina1 no Carcinoma Hepatocelular: uma abordagem translacional

Processo: 20/12170-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de outubro de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Bruno Cogliati
Beneficiário:Cícero Júlio Silva Costa
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Gastroenterologia   Alvo terapêutico   Biomarcadores   Panexinas   Carcinoma hepatocelular   Hepatite crônica   Animais geneticamente modificados

Resumo

O Carcinoma Hepatocelular (CHC) é a neoplasia maligna mais frequente no fígado, dos quais ~90% dos casos surgem em pacientes com doenças hepáticas crônicas de base. O diagnóstico do CHC é geralmente tardio, estágio no qual apresenta alta refratariedade aos tratamentos convencionais, resultando em altas taxas de morbidade e mortalidade. Assim, faz-se necessário a imediata busca por novos biomarcadores e abordagens terapêuticas para o CHC humano. A Panexina1 (Panx1) é uma proteína transmembrânica que forma canais de comunicação entre os meios intra- e extracelulares. Conhecimentos obtidos nos últimos anos ressaltam a participação dos canais de Panx1, sobretudo, em estímulos de natureza patológica, agindo principalmente na ativação do inflamassoma e recrutamento de células inflamatórias. No contexto das hepatopatias, a ablação ou bloqueio dos canais de Panx1 em modelos murinos de doenças hepáticas agudas e crônicas evidenciaram relevante redução da resposta inflamatória e, consequentemente, melhora das suas manifestações clínico-patológicas. Dessa forma, a investigação do papel funcional dos canais de Panx1 no CHC torna-se uma importante ferramenta para a busca de novos biomarcadores e alvos terapêuticos. Para isso, a participação dos canais de Panx1 na hepatocarcinogênese será investigada em camundongos geneticamente modificados. Ademais, a avaliação como potencial alvo terapêutico será realizado pela inibição destes canais pelo uso de peptídeos miméticos em células do CHC, implantadas em modelos murinos de xenotransplante ectópico e singênico ortotópico. Deste modo, os achados desse estudo serão relevantes para a obtenção de informações necessárias ao desenvolvimento de biomarcadores e alvos terapêuticos no CHC humano. (AU)

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