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Dispositivos eletroquímicos por manufatura aditiva (impressão 3D) para o diagnóstico de doenças virais

Processo: 21/07989-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2021
Vigência (Término): 30 de novembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Pesquisador responsável:Juliano Alves Bonacin
Beneficiário:Cristiane Kalinke
Supervisor no Exterior: Craig E. Banks
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: Manchester Metropolitan University (MMU), Inglaterra  
Vinculado à bolsa:19/00473-2 - Desenvolvimento de biossensores eletroquímicos impressos em 3 dimensões (3D) com polímero PLA e grafeno para a determinação de biomoléculas e diagnóstico de doenças, BP.PD
Assunto(s):Impressão tridimensional   Dispositivos eletroquímicos   Eletroanalítica   Desenvolvimento de novos materiais   Diagnóstico precoce   Viroses

Resumo

A utilização de manufatura aditiva ou impressão 3D permite o desenvolvimento de dispositivos eletroquímicos simples e de baixo custo, fabricados em laboratório, com possibilidade de modulação em diversos formatos e miniaturização, possibilitando a construção de dispositivos versáteis e portáteis. Nesse sentido, o uso de filamentos condutores tem se tornado extremamente vantajoso para a obtenção de sensores eletroquímicos. Porém, as características do sensor podem ser melhoradas fazendo filamentos em laboratório, o que permite sua modificação com uma quantidade maior de material condutor. Isso leva ao desenvolvimento de novos materiais com elevada transferência de elétrons e condutividade, menor resistividade e com capacidade de interagir e/ou imobilizar outras espécies. Este projeto visa a obtenção de novos materiais condutores, como filamentos poliméricos ou resinas, para o desenvolvimento de sensores eletroquímicos impressos em 3D. Paralelamente a isso, uma célula eletroquímica completa impressa em 3D completa será desenvolvida explorando diferentes materiais e técnicas de impressão. A imobilização de materiais biológicos na superfície do sensor, permitirá o desenvolvimento de um biossensor, que será aplicado para a detecção e diagnóstico de doenças virais emergentes, como febre amarela, dengue e COVID-19, em amostras biológicas. Portanto, espera-se obter dispositivos eletroquímicos fabricados em laboratório, portáteis e patenteáveis para o diagnóstico precoce de doenças virais. (AU)

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