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Filogeografia do vírus dengue sorotipos 1 a 4 no estado de São Paulo: estudo retrospectivo de 1991 a 2016

Processo: 21/09083-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
Convênio/Acordo: MRC, UKRI ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil
Pesquisador responsável:Ester Cerdeira Sabino
Beneficiário:Bianca Costa Silva
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/14389-0 - Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), AP.TEM
Assunto(s):Saúde pública   Filogeografia   Malacologia   Entomologia   Dengue   Vírus da dengue   Sorogrupo   São Paulo   Estudos retrospectivos

Resumo

A dengue é a mais importante arbovirose do mundo, tendo, portanto, grande impacto à Saúde Pública Mundial graças à sua morbidade e letalidade em alguns casos. É causada pelos sorotipos dengue 1-4, vírus pertencentes à família Flaviviridae, gênero Flavivirus, transmitidos no Brasil pelo vetor Aedes aegypti. Em áreas consideradas endêmicas para o vírus, diferentes sorotipos e genótipos podem co-circular. Cada um desses genótipos pode apresentar diferentes graus de virulência, assim como linhagens genéticas distintas. A dinâmica de circulação desses sorotipos na população humana é complexa e durante a circulação de um sorotipo, por longos períodos, a tendência é que ele desapareça devido ao desenvolvimento de imunidade na população. Apesar da grande quantidade confirmação de casos humanos laboratorialmente, o padrão dos movimentos virais ao longo do tempo no estado de São Paulo é ainda pouco conhecido, bem como a existência de diferentes genótipos e/ou linhagens. Dessa forma, o presente projeto visa, por meio de sequenciamento completo do genoma de vírus dengue isolados em cultivos celulares e detectados por meio de RT-PCR em tempo real (RT-qPCR) no Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial do Instituto Adolfo Lutz no período de 1991 a 2016, compreender a dinâmica da disseminação dos diferentes sorotipos do vírus e seus genótipos, identificando, ainda, possíveis marcadores de virulência a partir de casos considerados graves. (AU)

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