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Avaliação dos fatores de risco para trombose venosa profunda em pacientes com câncer

Processo: 21/09984-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2021
Vigência (Término): 30 de abril de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Joyce Maria Annichino-Bizzacchi
Beneficiário:Wagner Fernandes Olímpio da Silva
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/14172-6 - Investigação de aspectos fisiopatológicos e novas abordagens terapêuticas em doenças tromboembólicas, AP.TEM
Assunto(s):Neoplasias   Hemostasia   Trombose   Trombose venosa   Fatores de risco

Resumo

A trombose venosa profunda (TVP) é um dos problemas mais importantes de saúde pública, e estima-se que a incidência anual de TVP seja de 67 em cada 100.000 indivíduos na população geral, o seu tratamento baseia-se no uso de. A TVP pode ser associada a pacientes oncológicos em aproximadamente 20% dos casos, sendo denominada de Trombose Associada ao Câncer (CAT) e ocorre durante a sua evolução clínica devido à falta de trombo profilaxia. As neoplasias representam uma importante causa de mortalidade, sendo a incidência de TVP quatro a sete vezes maiores no grupo de pacientes com câncer. Os tumores como pâncreas, estômago, cérebro, rins, útero, pulmões e ovários se associam a maior incidência de TVP, principalmente após o diagnóstico. Esse estudo multicêntrico tem como objetivo, além de conhecer os fatores de riscos para a TVP em pacientes oncológicos, avaliar a relação da TVP risco e benefício da profilaxia primária e avaliar os scores de Khorana, Vienna CATS e PROTECHT. No Brasil, nenhum registro dessa validação foi até o momento realizado. As informações serão obtidas sobre a apresentação clínica, diagnóstico e tratamento dos pacientes oncológicos inseridos, sem tratamento ou em remissão até o momento da inclusão, atendidos nos ambulatórios dos centros do Hospital das Clínicas (HC) da Unicamp, Centro de Atendimento Integral à Saúde da Mulher (CAISM) e Hemocentro da região de Campinas, São Paulo. O score de Khorana vai avaliar o local do câncer, dados de hemograma, leucócitos, plaquetas e índice de massa corporal. O score de Vienna CATS além das variáveis de Khorana, com a mesma pontuação, acrescenta dosagens de P-Selectina (>53.1 ng/L) e D-Dímero (>1.44 ¼g/L). O score de PROTECHT além das variáveis de Khorana, considera os tratamentos quimioterápicos, Gencitabina Platina. Todos os pacientes serão classificados com pontuação para determinar o risco de CAT. As amostras coletadas também irão ser avaliadas pelo teste simultâneo de trombina e plasmina, onde a TT3 acompanhará, separará as amostras e participará da avaliação dos resultados. (AU)

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