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Contaminação ambiental por poluentes emergentes no sistema estuarino de São Vicente-SP e os efeitos da acidificação oceânica em ostras Crassostrea brasiliana expostas a benzoilecgonina

Processo: 20/14551-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Camilo Dias Seabra Pereira
Beneficiário:Andressa dos Santos Barbosa Ortega
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Assunto(s):Biomarcadores   Cocaína   Toxicologia ambiental

Resumo

O intenso e contínuo aporte de contaminantes emergentes pode representar um risco a organismos não-alvo. Essa realidade pode ser agravada devido a diminuição do pH dos oceanos, causada por atividades antrópicas. A cocaína e seu principal metabólito humano, a benzoilecgonina, tornam-se relevantes para estudos ecotoxicológicos uma vez que têm sido reportados em diversas matrizes ambientais, especialmente em ecossistemas aquáticos. Nesse cenário, o objetivo deste trabalho é identificar e quantificar contaminantes emergentes no sistema estuarino de uma cidade litorânea com moradias subnormais, bem como elucidar o metabolismo, modo de ação e os efeitos adversos causados por concentrações ambientalmente relevantes da benzoilecgonina em cenários de acidificação oceânica. Para tanto, serão coletadas amostras de água e ostras de seis pontos estratégicos e serão conduzidos ensaios empregando biomarcadores na ostra Crassostrea brasiliana. Serão avaliadas as atividades da primeira e segunda fases do metabolismo (EROD, DBF e GST), avaliação do sistema antioxidante através da atividade da enzima GPx, análise da citotoxicidade da substância através do ensaio do tempo de retenção do corante vermelho neutro (TRCVN), estresse oxidativo pela peroxidação lipídica e danos ao DNA mitocondrial. Serão avaliadas ainda, alterações nas concentrações proteicas de neurotransmissores (dopamina, serotonina e norepinefrina), no sistema colinérgico (colinesterase), no conteúdo total de lipídeos, no transporte de elétrons nas mitocôndrias (MET) e na atividade da COX. Espera-se identificar e quantificar contaminantes emergentes em regiões onde há maior concentração de moradias subnormais e que a acidificação oceânica aumente os possíveis danos causados pela benzoilecgonina nos tecidos dos bivalves. (AU)

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