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Estudo da composição da matriz extracelular das glândulas suprarrenais

Processo: 21/03974-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Claudimara Ferini Pacicco Lotfi
Beneficiário:Fernanda Bongiovani Rodrigues
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/02988-7 - Decodificando o impacto do microambiente e das vias de sinalização na saúde e na doença no cérebro, glândula adrenal e rim, AP.TEM
Assunto(s):Biologia celular   Comunicação celular   Neoplasias do córtex suprarrenal   Hiperplasia   Matriz extracelular   Proteômica   Processos fisiológicos

Resumo

A matriz extracelular (MEC) é definida como o componente não celular do tecido e é responsável pela integridade estrutural do órgão, bem como pela comunicação celular e transporte de moléculas. Alterações na composição da MEC induzem diferentes sinalizações celulares em tecidos normais, e nas condições patológicas, como no tumor, impactam na sua progressão. A glândula suprarrenal é constituída por um córtex, com três zonas, glomerulosa, fasciculada e reticulada, e a medula, envoltos por uma cápsula fibrosa. A modulação da MEC nesses diferentes microambientes/zonas, pode contribuir tanto para o desenvolvimento quanto para a função desses tecidos. Desta forma, revelar a composição da MEC na adrenal pode ajudar a compreender melhor os processos fisiológicos da glândula, bem como suas neoplasias. Portanto, temos como proposta nesse projeto decodificar os componentes da MEC da glândula adrenal normal de diferentes espécies e de tumores e hiperplasias adrenocorticais de pacientes. Iremos comparar a composição das diferentes frações que compõem a glândula adrenal, capsula e ZG (fração externa/FE), ZF/ZR (fração interna/FI) e a medula (fração M) humana, de rato e suína, e dos diferentes fragmentos de tumores adrenocorticais, adenomas, carcinomas e hiperplasias, por análise proteômica. Nossa hipótese é que a composição da MEC nas frações das adrenais e entre espécies, bem como nos tipos de fragmentos de tumores, são diferentes. Uma vez que em humanos as neoplasias desse tecido têm forte impacto clínico, a compreensão da MEC nesse tecido neoplásico comparado ao tecido saudável pode fornecer evidências para direcionamento de diagnóstico e tratamento. Além disso, o conhecimento sobre a constituição da MEC permitirá seu uso para a manutenção de culturas de células organotípicas para o estudo da interação células-MEC, que está sendo desenvolvido. (AU)

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