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Análise in sílico de polimorfismos de interleucinas relacionadas ao Câncer de Tireoide e estresse crônico

Processo: 21/06012-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Laura Sterian
Beneficiário:Sanna Cristina Barbosa de Sousa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Endocrinologia   Neoplasias da glândula tireoide   Estresse crônico   Interleucinas   Microambiente tumoral   Modelagem computacional   Suscetibilidade

Resumo

O cortisol é o principal hormônio de estresse, elemento fundamental para a sobrevivência humana. O estresse agudo é capaz de influenciar respostas anti-inflamatórias em detrimento das pró-inflamatórias. No entanto, quando em forma crônica, o estresse provoca desequilíbrio de vias importantes como a NFkB, desregulando respostas imunes e a produção de interleucinas como IL-1² (via IL-17), IL-6 e IL-8, podendo, desta maneira, favorecer o microambiente pró-oncogênico. No Brasil e no mundo, a incidência do câncer de tireoide (CT) aumentou muito nos últimos anos. Isso pode ser consequência da melhoria no diagnóstico, mas também pode haver relação com um estilo de vida mais estressante. Estudos prévios, inclusive de nosso grupo, mostram relação de IL-1², IL-6, IL-8 e IL-17 com o microambiente tumoral, fortalecendo a possível relação entre o estresse crônico e o câncer de tireoide. A identificação de polimorfismos é útil para identificar suscetibilidade genética e pode ajudar a predizer a evolução clínica do paciente já que podem influenciar diversos processos da produção e função proteica, a depender de sua localização. Nosso objetivo é investigar polimorfismos nas interleucinas IL-1², IL-6, IL-8 e IL-17, relacionadas ao estresse crônico e presentes no microambiente tumoral tireoidiano, a fim de identificar os SNPs de maior impacto de forma a discutir se as alterações provocadas têm papel na suscetibilidade e prognóstico do CT. Será realizada análise computacional morfofuncional das proteínas alteradas para analisar a função e estabilidade proteica, assim como sítios de alterações pós-translacionais. (AU)

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