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Influência da instabilidade de tornozelo no desempenho de saltos e no equilíbrio dinâmico de dançarinas amadoras

Processo: 21/04791-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Karine Jacon Sarro
Beneficiário:Julia Martins Portugal
Instituição-sede: Faculdade de Educação Física (FEF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Dança   Biomecânica

Resumo

A dança exige um grande trabalho dos membros inferiores, principalmente em algumas modalidades, como por exemplo, o ballet clássico. As entorses e distensões de tornozelo são alguns dos tipos mais comuns de lesões em dançarinos, afinal, o trabalho com o corpo é exaustivo e um pequeno desequilíbrio pode causar uma lesão. Contudo, visto que a instabilidade de tornozelo é um problema recorrente em dançarinas, surge a pergunta: dançarinas diagnosticadas com CAI exibem resultados diferentes na aterrissagem de saltos do ballet clássico? Com essa questão, objetiva-se na presente pesquisa, avaliar se os resultados da aterrissagem de um salto de ballet são diferentes entre dançarinas amadoras com e sem instabilidade de tornozelo. O estudo terá a participação de 34 dançarinas amadoras, a partir de 18 anos de idade, sendo 17 com instabilidade de tornozelo unilateral e 17 para o grupo controle, sem instabilidade de tornozelo. As participantes terão o equilíbrio dinâmico e o apoio plantar avaliados na aterrissagem de 3 saltos, sendo 2 saltos usados nas aulas de ballet, e um salto clinico. O equilíbrio e o desempenho do salto serão avaliados por uma plataforma de força, enquanto a região de apoio plantar será identificada por um sistema de avaliação dinâmico da pressão plantar. Dentre os testes que serão utilizados, o teste de Shapiro-Wilk será realizado para determinar a distribuição normal de todas as variáveis, os dados antropométricos e a pontuação CAIT dos dois grupos serão comparados pelo teste t para amostras independentes, e para a comparação de cada variável será realizada a ANOVA de modelo misto de 2 fatores - grupo (GC e GI) e membro (dominante ou afetado e não dominante ou não afetado) - com medidas repetidas em relação ao membro. No caso de interações significativas, também será utilizado o teste de Tukey. Espera-se que as dançarinas sem instabilidade de tornozelo tenham melhores resultados na aterrissagem dos saltos.

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