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Diagnóstico viral em indivíduos com doença febril aguda no Brasil

Processo: 21/09278-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Convênio/Acordo: MRC, UKRI ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil
Pesquisador responsável:Ester Cerdeira Sabino
Beneficiário:Amanda Miyuki Hidifira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/14389-0 - Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), AP.TEM
Assunto(s):Doença febril aguda   Doenças transmissíveis   COVID-19   SARS-CoV-2   Dengue   Malária   Biologia molecular   Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa quantitativa (qRT-PCR)   Banco de dados   Bancos de espécimes biológicos

Resumo

Na clínica é comum que uma Doença Febril Aguda (DFA) sem etiologia inicialmente seja definida como "doença viral inespecífica". Nas cidades endêmicas para Dengue e até mesmo Malária, estes diagnósticos são superestimados diante de qualquer apresentação febril e outras possibilidades são consequentemente ignoradas. O atendimento realizado por especialistas nos centros de referência para doenças infecciosas permite suspeição mais específica e precoce de doenças menos prevalentes a solicitação de exames direcionados à investigação etiológica, contribuindo para a redução da morbi-letalidade e transmissibilidade dessas doenças. Entre outros vírus, os transmitidos por artrópodes, que são também conhecidos como arbovírus, representam um dos agentes etiológicos predominantes responsáveis por Doença Febril na América Latina, onde altas temperaturas, umidade e falta de saneamento contribuem para a proliferação dos principais transmissores: os mosquitos. Entre estes, o vírus Dengue (DENV) tem mostrado uma expansão geográfica, passando de áreas urbanas para rurais, com os esforços para controlar o Aedes aegypti sendo amplamente mal sucedido. A recente introdução do Zíka vírus (ZIKV) e vírus Chikungunya (CHIKV)na América Latina, compartilham muitas características epidemiológicas e clínicas como DENV. É importante destacar a falta de preparação dos Sistemas de Saúde locais na exatidão para determinar a etiologia do quadro febril agudo, resultando em gestão inadequada e respostas retardadas frente às epidemias. Neste contexto, o presente trabalho visa identificar a etiologia das Doenças Febris Aguda em indivíduos provenientes de diferentes estados brasileiros. O diagnóstico será direcionado especialmente para os gêneros: Flavivírus, Alphavírus, Enterovírus, e Ortobunyavírus, e as espécies Parvovírus B19 e Parv4 destacando a prevalência e também lacunas de diagnóstico importantes que devem ser abordadas para uma melhor compreensão sobre os quadros de Doença Febril Aguda. (AU)

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