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Impacto da expressão da fosfoproteína induzida por estresse 1 (STIP1) no carcinoma de células escamosas oral

Processo: 21/08943-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2021
Vigência (Término): 31 de outubro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Ricardo Della Coletta
Beneficiário:Bruno Cesar da Costa
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Biomarcadores   Neoplasias bucais   Invasão   Prognóstico   Proliferação   Patologia

Resumo

Em um estudo proteômico comparativo entre células invasivas e não invasivas do carcinoma de células escamosas oral (CCEO), nosso grupo identificou inúmeras proteínas associadas às células invasivas, entre elas a fosfoproteína induzida por estresse 1 (STIP1). Embora a expressão desregulada de STIP1 tem sido associada a fenótipos de malignização, à resistência terapêutica e ao prognóstico desfavorável para alguns tipos de tumores, o seu papel no câncer oral ainda não foi explorado por nenhum estudo. Por este motivo, STIP1 foi uma das proteínas selecionadas para uma avaliação do seu valor prognóstico e biológico no CCEO (auxílio à pesquisa vigente, número 2018/16077-6). Inicialmente nós avaliamos o valor prognóstico da expressão imuno-histoquímica de STIP1 em 347 amostras de CCEO e os resultados revelaram um grande potencial dessa proteína como marcador prognóstico e possível alvo terapêutico. Com o intuito de ampliar nosso conhecimento sobre a função de STIP1 no câncer oral, o objetivo deste projeto é avaliar o impacto dessa proteína na viabilidade, apoptose, proliferação, migração e invasão das células do CCEO. Para tanto, duas linhagens celulares de CCEO (HSC3 e SCC9), selecionadas por apresentarem altos níveis de expressão de STIP1, foram submetidas a uma estratégia de perda de função a partir da transdução de partículas lentivirais contendo shRNA contra o mRNA da proteína-alvo. Células transduzidas com partículas lentivirais inespecíficas foram estabelecidas e serão utilizadas como controle. Ensaios funcionais, incluindo ensaio colorimétrico de MTS, marcação com anexina-V FITC, ensaio de incorporação de bromodeoxiuridina, análise de distribuição do ciclo celular, ensaio de formação de colônias e ensaios de migração e invasão, serão empregados para investigar o efeito dessa proteína na tumorigênese oral. Tendo em vista que, até hoje, nenhum dos biomarcadores de CCEO sugeridos na literatura atendem aos critérios para aplicação clínica, espera-se que este estudo possa contribuir para consolidar a importância de STIP1 no controle de eventos associados à progressão do CCEO, consolidando o seu potencial como um marcador para aferir o prognóstico e/ou alvo terapêutico para o câncer oral.

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