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Produção de nanofibras de celulose bacteriana/GO-quitosana por forcespinning®

Processo: 21/06899-1
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 27 de outubro de 2021
Vigência (Término): 26 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Luciana de Simone Cividanes Coppio
Beneficiário:Thais Cardoso de Oliveira
Supervisor no Exterior: Karen Lozano
Instituição-sede: Divisão de Ciências Fundamentais (IEF). Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Ministério da Defesa (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Texas Rio Grande Valley (UTRGV), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:19/23844-6 - Estudo do efeito da funcionalização de materiais carbonosos para a produção de nanocompósitos de PEAD para aplicações aeroespaciais, BP.MS
Assunto(s):Celulose   Cicatrização   Nanofibras   Óxido de grafeno   Quitosana   Materiais compósitos

Resumo

A nanotecnologia é aplicada em diversas áreas como química, engenharias e biologia, devido a propriedades únicas de nanomateriais conferidas por esta escala. O avanço da nanociência levou ao desenvolvimento de biomateriais com propriedades superiores. A pele é um tecido que protege contra a contaminação por microorganismos e, quando danificada, pode ser um meio para a invasão destes. Lesões cutâneas nesse tecido são frequentemente tratadas no sistema de saúde, sendo que tratamentos eficientes e que aceleram a cicatrização podem reduzir a carga de atendimento do sistema de saúde. Soluções inovadoras com propriedades antimicrobianas em bandagens para o tratamento de feridas reduzem o tempo de recuperação do paciente e infecções bacterianas, resultando em um tratamento mais rápido, o que pode ser realizado com nanofibras (NFs). Assim, uma variedade de NFs podem ser preparadas para a produção de curativos para uma recuperação rápida. Em bioengenharia, materiais a base de celulose bacteriana (BC) são amplamente aplicados devido sua elevada biocompatibilidade. Contudo, BC não possui propriedades antimicrobianas, mas essas podem ser adicionadas ao desenvolver um material compósito reforçado por óxido de grafeno (GO) funcionalizado com quitosana (CS) devido às propriedades antimicrobianas e resistência mecânica desses materiais. Para utilização como bandagens, as fibras podem ser obtidas por diversos métodos, sendo a eletrofiação o mais utilizado. Entretanto, a eletrofiação possui limitações quanto a combinação e aplicação de materiais condutores e não-condutores devido ao campo elétrico empregado. Dessa forma, uma nova técnica que substitui a aplicação do campo elétrico por força centrifuga é desenvolvida, resultando em composições mais versáteis, em maiores quantidadse e qualidade. Devido a alta demanda por soluções para cicatrização acelerada e eficiente, que tenham propriedades antimicrobianas, nesse projeto serão desenvolvidos curativos híbridos de BC/GO-CS preparados por forcespinning® para cicatrização de lesões cutâneas. (AU)

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