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Variabilidade morfológica e patogênica de Austropuccinia psidii proveniente de goiabeira e jambeiro

Processo: 21/06683-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Lilian Amorim
Beneficiário:João Vitor Pelizzaro Morales
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/13191-5 - Componentes epidemiológicos, caracterização de danos e controle de ferrugens tropicais e temperadas em cenário de mudança climática global, AP.TEM
Assunto(s):Fitopatologia

Resumo

A ferrugem das mirtáceas (Austropuccinia psidii) é uma importante doença foliar da goiabeira (Psidium guajava) e de outras espécies da família Myrtaceae. Há uma série de trabalhos realizados com esse patógeno na cultura do Eucalipto, mas muito pouca informação está disponível sobre essa doença em outros hospedeiros da família Myrtaceae. Diversidade intraespecífica já foi observada em A. psidii, mas a maioria dos trabalhos fornece apenas dados qualitativos, informando se o isolado foi ou não capaz de infectar hospedeiros diferentes daquele em que foi obtido. A intensidade da doença, avaliada pela densidade de lesões ou pela severidade dos sintomas, variáveis importantes para definir o grau de especificidade de um isolado, não tem sido reportados nos trabalhos de avaliação da diversidade do patógeno. Este projeto, cujo objetivo é averiguar a variabilidade morfológica e patogênica de A. psidii de diferentes hospedeiros, está inserido no projeto temático 20109/13191-5 e pretende dar seguimento ao projeto de bolsa de IC "2020/10117-6 - Variabilidade morfológica e patogênica de isolados de Austropuccinia psidii provenientes de hospedeiros diversos". Serão realizados novos experimentos para a caracterização morfológica e patogênica de A. psidii com maior número de isolados, pois no projeto anterior apenas dois isolados foram caracterizados. Quatro novos isolados já foram coletados e estão armazenados em ultrafreezer. A caracterização morfológica dos isolados de A. psidii será realizada através de análises qualitativas e quantitativas das estruturas reprodutivas, tais quais: formato, coloração e dimensões (comprimento, largura e espessura da parede celular) de urediniósporos e teliósporos. A caracterização patogênica de isolados de A. psidii será investigada através de inoculações cruzadas, observando-se os componentes do monociclo da doença em folhas jovens e maduras dos hospedeiros. Serão estimados os períodos de incubação e latência, a densidade de lesões, a severidade da doença, o crescimento das lesões e o número de uredínios por lesão. Os modelos de crescimento populacional rotineiramente utilizados em análises epidemiológicas serão ajustados às curvas da densidade de lesões e de severidade ao longo do tempo, por regressão não-linear. A comparação dos tratamentos será feita pelo teste t aplicado aos parâmetros de cada modelo. Além disso, pretende-se caracterizar as reações de resistência, seja em folhas maduras (resistência ontogênica) ou em hospedeiros nos quais a doença não se desenvolva.

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