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Determinantes contextuais e relacionais de comportamentos de risco à saúde entre adolescentes em escolas no município de São Paulo

Processo: 21/02334-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Medicina Preventiva
Pesquisador responsável:Maria Fernanda Tourinho Peres
Beneficiário:Cézar Donizetti Luquine Júnior
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Adolescentes   Análise multinível   Escolas   Estudos transversais   Epidemiologia

Resumo

A adolescência é um período do desenvolvimento humano caracterizado por mudanças fisiológicas e socioemocionais que repercutem nos níveis de saúde durante toda a vida. Os comportamentos adotados por adolescentes sofrem alterações durante essa fase e podem implicar riscos à saúde. Além de características individuais, as relações com a família e amigos têm consequências nos comportamentos de risco à saúde (CRS) na adolescência. Igualmente, os contextos dos locais em que vivem e estudam refletem seus CRS, o que torna o ambiente escolar cenário privilegiado de análise. Objetivo: Investigar a associação entre CRS e as características do contexto escolar e das relações de adolescentes do 9º ano do Ensino Fundamental no município de São Paulo. Métodos: Trata-se de um estudo transversal com dados coletados em 2017 pelo Projeto São Paulo para o Desenvolvimento Social de Crianças e Adolescentes (SP-PROSO). A amostra é composta por 2.680 adolescentes, estudantes de 119 escolas públicas e privadas em São Paulo. Serão analisadas as associações entre características individuais, contextuais (degradação e desordem na escola) e relacionais (família e amigos) com CRS na adolescência. Serão utilizadas modelagem de equações estruturais e modelagem multinível para determinar as associações de interesse. Resultados esperados: Presume-se que maior degradação e desordem no ambiente escolar, relações parentais negativas e ter amigos transgressores estão associadas à maior ocorrência de CRS. Ao contrário, relações parentais positivas e ter rede de apoio social estão associadas com menor ocorrência de CRS. Espera-se, para a prática, que os resultados dessa pesquisa contribuam com o entendimento de fatores contextuais e relacionais determinantes de comportamentos de saúde entre adolescentes brasileiros, consolidando assim novas evidências para apoiar a formulação de políticas públicas de enfrentamento a problemas complexos como a persistência de CRS na adolescência. (AU)

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