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Os impactos territoriais dos orçamentos participativos em cidades médias

Processo: 21/04556-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional
Pesquisador responsável:Arthur Magon Whitacker
Beneficiário:Rodrigo Sartori Bogo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/07701-8 - Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos e formas FragUrb, AP.TEM
Assunto(s):Cidades médias   Fragmentação socioespacial   Orçamento participativo   Planejamento territorial urbano

Resumo

O orçamento participativo, instrumento de gestão urbana com referenciais balizados em preceitos das democracias participativa e deliberativa com enfoque no debate popular acerca do orçamento público, surgiu no Brasil e teve, nos últimos 30 anos, massiva expansão global, enquanto decaiu no país de origem. Por conta disso, o instrumento se instalou em diversas realidades sócio-espaciais, de países centrais aos periféricos e suas respectivas redes urbanas, nas suas metrópoles, cidades pequenas e médias. Levando isso em consideração, o projeto de pesquisa foi construído em torno do objetivo de compreender como as condições geográficas destas últimas influenciam na qualidade desses processos. O conceito central advém do debate teórico envolvendo as condições institucionais para a participação, com especial enfoque em uma abordagem territorial, utilizando-se do referencial da ciência geográfica, o que permitiu a composição da ideia de impacto territorial. Em termos metodológicos, será realizada coleta de dados quantitativos e qualitativos para todo o universo de OPs em cidades médias brasileiras já realizados (e ainda ocorrendo), vindo a ser tabulados e espacializados se utilizando de ferramentas SIG. Tal procedimento dará as bases para seleção de amostras que serão aprofundadas a partir de método quali-quantitativo, permitindo realizar comparações com a aplicação do orçamento participativo em outras escalas, como cidades pequenas e metrópoles do país, assim como de outros. A coleta empírica, em conjunto com as discussões a serem realizadas na comparação com os achados da literatura científica especializada, servirão para confirmar ou anular a hipótese de que as condições geográficas das cidades médias brasileiras tendem a gerar OPs que impactam mais qualitativamente as relações territoriais pré-existentes nessas. (AU)

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