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Novas florestas: potencialidades e contribuições para conservação da biodiversidade

Processo: 20/08081-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Ricardo Ribeiro Rodrigues
Beneficiário:João Paulo Bispo Santos
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/18416-2 - Compreendendo florestas restauradas para o benefício das pessoas e da natureza - NewFor, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Mata Atlântica   Fragmentação

Resumo

A Mata Atlântica tem sido historicamente degradada pela ação humana. Tal degradação reduziu esse bioma a pequenos fragmentos degradados, que contribuem distintamente para conservação da biodiversidade. Nas últimas décadas, por motivos diversos, a restauração de novas florestas na Mata Atlântica, dominada pela regeneração natural, ultrapassou o desmatamento. Diante disso, o presente estudo visa avaliar o papel e o potencial das novas florestas no estado de São Paulo para conservação da biodiversidade, através da estrutura, riqueza, diversidade e composição florística. A área de estudo compreende quatro tipologias de florestas nativas no estado de São Paulo (plantios de restauração florestal, regeneração natural de florestas, remanescente florestal degradado, remanescente florestal conservado). Serão instaladas seis parcelas em cada tipologia florestal, onde todos indivíduos com DAP e 5 cm serão contabilizados e identificados. Para avaliação da estrutura será aferido o índice de valor de importância, a área basal e os parâmetros absolutos e relativos referentes a densidade, dominância e frequência para comunidade de cada tipologia. A diversidade local e equitatividade será obtida através do índice de Shannon-Wiener e Pielou, respectivamente. Já a composição florística será aferida pela análise de similaridade ANOSIM com a percentagem de contribuição de cada táxon obtida pela análise SIMPER. Para testar variação da composição de espécies entre as tipologias será calculada a ²-diversidade. (AU)

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