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Busca por novas estratégias terapêuticas pela inibição de enzimas modificadoras de histonas em características malignas de células de melanoma de diferentes fenótipos

Processo: 21/06985-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Miriam Galvonas Jasiulionis
Beneficiário:Carolina de Sousa Castro Silva
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Epigênese genética   Plasticidade celular   Melanoma   Histonas   Estratégias terapêuticas   In vivo   Técnicas in vitro

Resumo

O melanoma cutâneo surge a partir da transformação maligna dos melanócitos da epiderme e é considerado o tipo mais grave dos tumores da pele por sua alta propensão à metástase e resistência terapêutica. Como melanomas primários e metastáticos carregam, pelo menos em parte, o mesmo conjunto de mutações driver, a reprogramação epigenética parece desempenhar papel importante na progressão e heterogeneidade tumoral. Alterações epigenéticas são modificações covalentes reversíveis que não alteram a sequência de nucleotídeos do DNA e que apresentam importante papel na regulação da transcrição gênica. Modificações pós-traducionais das histonas, proteínas associadas ao DNA que organizam a cromatina, estão entre os mecanismos epigenéticos mais estudados, juntamente com a metilação do DNA. O conhecimento acerca dos mecanismos epigenéticos envolvidos na plasticidade celular ainda é escasso. Dados prévios de nosso laboratório associam padrões de abundância de diferentes modificações de histonas e a expressão de deacetilases (HDACs), metiltransferases (HMTs) e desmetilases (HDMs) de histonas a fenótipos celulares distintos do melanoma, mesenquimal/indiferenciado e diferenciado/altamente proliferativo, de um modelo celular linear de progressão tumoral. Estudos que avaliam o uso de inibidores de metiltransferases, desmetilases e deacetilases de histonas em melanomas ainda são escassos, mas têm se mostrado bastante promissores, inclusive quando utilizados em combinação com outras terapias. O tratamento das células de melanoma de diferentes fenótipos com inibidores de HDACs, HMTs e HDMs permitirá avaliar seus efeitos in vitro em características de resistência à morte, migração, invasão e proliferação, e in vivo em características de crescimento tumoral e formação de metástases. Este estudo, que visa identificar fármacos efetivos na inibição e/ou eliminação de células de melanoma fenotipicamente distintas, poderá contribuir para o desenvolvimento de novas e mais efetivas estratégias terapêuticas para o melanoma. (AU)

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