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Atividade de inibidores da via de sinalização WNT em modelos in vitro

Processo: 21/05230-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de março de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Sara Teresinha Olalla Saad
Beneficiário:Maura Lima Pereira Bueno
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/21801-2 - Preditores de gravidade e novos tratamentos para neoplasias da medula óssea, AP.TEM
Assunto(s):Hematologia   Neoplasias hematológicas   Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras   Mieloma múltiplo   Síndromes mielodisplásicas   Leucemia mieloide aguda   Linfoma   Estratégias terapêuticas   Via de sinalização Wnt   Modelos tridimensionais de cultura de células   Técnica indireta de fluorescência para anticorpo

Resumo

As neoplasias hematológicas correspondem a doenças que implicam na proliferação anormal e desordenada de células imaturas do sangue e da medula óssea, incluindo as Síndromes Mielodisplásicas (SMD), a Leucemia Mielóide Aguda (LMA), a Leucemia Linfoide Aguda (LLA), o Linfoma e o Mieloma Múltiplo (MM), prevalentes em pessoas com idade superior a 65 anos. O transplante de medula óssea é considerado o único tratamento curativo. Todavia, não é aplicável a maioria dos pacientes devido à idade e à presença de comorbidades. Além disso, os quimioterápicos administrados atualmente na clínica médica resultam em uma morbidade elevada e eficiência limitada em razão da pouca capacidade de diferenciação entre células saudáveis e neoplásicas, causando efeitos adversos e alta toxicidade. Desse modo, há necessidade do desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas mais eficientes e com menor ocorrência de efeitos colaterais. Nessa perspectiva, compostos cuja ações estão baseadas na modulação de vias desreguladas nas neoplasias hematológicas, como PI3K, MAPK e BCL-2, ou na interação entre células hematopoéticas e nicho, WNT e SPINT/HGF, equivalem a possíveis candidatos para o desenvolvimento de novos tratamentos. Tendo em vista o exposto, propomos o desenvolvimento de novas estratégias para terapia antitumoral baseadas em compostos recém sintetizados e ainda não comercializados. Para isso, analisaremos os efeitos in vitro, ex vivo e in vivo de novos compostos que possam modular vias de sinalização interligadas. Ademais, propomos o desenvolvimento e/ou aprimoramento de métodos para as análise do microambiente tumoral, como a cultura 3D usando scaffold, e identificação de co-localização de antígenos de interesse e tipos celulares, imunofluorescência indireta com análise confocal. (AU)

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