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Os impactos das interações de simbiose de Myzus persicae em sua paisagem epigenética

Processo: 21/08410-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Convênio/Acordo: Université de Lyon (UDL)
Pesquisador responsável:Fernando Luis Cônsoli
Beneficiário:Caroline Medrado Pereira
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/07896-3 - Os impactos das interações de simbiose de Myzus persicae em sua paisagem epigenética, AP.R
Assunto(s):Controle biológico   Epigênese genética   Entomologia agrícola   Fatores bióticos   Interações hospedeiro-parasita   Simbiose   Pulgão

Resumo

A simbiose é um fenômeno comum na natureza e representa uma das principais forças na adaptação e evolução de organismos. Eventos de alteração epigenética possibilitam o surgimento de estados fenotípicos distintos em uma população geneticamente idêntica, servindo potencialmente como facilitador da adaptação de espécies. O impacto do estabelecimento da simbiose e a sua manutenção sobre os mecanismos epigenéticos do hospedeiro ainda permanecem elusivos. Nós testaremos a hipótese de que estresses bióticos, representados por interações hospedeiro-simbionte modulam os mecanismos epigenéticos do hospedeiro e, consequentemente, a expressão gênica do hospedeiro. Pulgões são modelos excelentes para estudos epigenéticos uma vez que se reproduzem de forma clonal e, ainda assim, apresentam alta diversidade fenotípica. Para estudar o impacto da simbiose na paisagem epigenética do hospedeiro, utilizaramos o pulgão Myzus persicae como modelo, e dois organismos comumente associados a ele, o simbionte secundário Spiroplasma e o parasitoide Diaretiella rapae. Propomos estudar a epigenômica (principalmente a metilação do DNA) e o transcritoma de linhas clonais sob estresse biótico comparados aos das linhas clonais controle. Com isso, esperamos desvendar os epialelos chaves envolvidos nas interações hospedeiro-simbiontes estudadas. Finalmente, realizaremos análises funcionais dos epialelos identificados para comprovar aqueles que participam de forma crucial nas interações hospedeiro-simbiontes e que sirvam como potenciais candidatos para o controle deste pulgão. (AU)

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