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Engenharia de película adquirida com CaneCPI-5 adicionada a um gel de aplicação tópica contra a erosão dentinária: estudo in situ

Processo: 21/02366-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva
Pesquisador responsável:Marília Afonso Rabelo Buzalaf
Beneficiário:Leonardo Brito
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Película adquirida   Bioquímica

Resumo

Recentemente, uma nova cistatina (derivada da cana-de-açúcar) demonstrou proteção contra a erosão inicial do esmalte (in vitro). Em adição, um experimento in situ usando esta mesma proteína (adicionada a uma solução) demonstrou proteção contra a erosão e a erosão associada à abrasão para o esmalte e a dentina através do conceito da "Engenharia de película adquirida". Entretanto, até o momento não existem estudos da incorporação desta proteína adicionada em gel sobre amostras de dentina. Assim, este projeto tem como objetivo avaliar o potencial protetor da modificação da película adquirida com CaneCPI-5, através de um gel contra a erosão e erosão+abrasão dentinária in situ. Serão confeccionadas 180 amostras de dentina radicular humana (4 x 4mm). Em seguida, as amostras serão divididas em dois tipos de procedimento: Erosão (n=90) e Erosão+Abrasão (n=90) e para cada um deles o estudo será conduzido em 3 fases cruzadas e duplo cegas, de acordo com o gel de tratamento: gel experimental CaneCPI-5 na concentração de 1.0 mg/ml (n=30); gel contendo 12300 ppm F (NaF: controle positivo) e gel placebo (n=30). 15 voluntários utilizarão um aparelho palatino por 5 dias em cada fase. Um tratamento adicional será realizado antes de inserir o aparelho na cavidade oral (no primeiro dia de cada fase). Em adição, 4 tratamentos por dia serão realizados de forma individual, com uma microbrush (por um minuto). Posteriormente, será realizado o desafio erosivo com ácido cítrico a 0,1% (4x por dia), seguido ou não por desafio abrasivo (2x por dia). A avaliação do desgaste será feita por perfilometria de contato. Os dados serão checados em relação à normalidade e homogeneidade, para seleção do teste estatístico apropriado (p<0,05).

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