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Impacto da pandemia de COVID-19 sobre o Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Processo: 21/04895-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2021
Vigência (Término): 30 de junho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Cognitiva
Pesquisador responsável:Marcelo Camargo Batistuzzo
Beneficiário:Natália Biazotti de Almeida
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Psicopatologia   Saúde mental   Transtorno obsessivo-compulsivo   Impactos na saúde   Pandemias   Infecções por Coronavirus   COVID-19

Resumo

No final de 2019 na província de Wuhan, na China iniciou-se uma epidemia de uma grave infecção do sistema respiratório, em que agente etiológico era um novo beta coronavírus (SARS-CoV-2). Em pouco tempo, a OMS caracterizou a nova infecção pelo Coronavírus (COVID-19) como uma pandemia, causando um intenso estresse no mundo. A exposição a eventos estressantes e traumáticos constitui um importante fator de risco ambiental e faz parte de um mecanismo importante no desenvolvimento de psicopatologias. O estresse pode induzir sintomas obsessivos em populações saudáveis e psiquiátricas, além de outros sintomas como os depressivos ou ansiosos. Portanto, entender o impacto da pandemia do Coronavírus no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), objetivo do presente trabalho, é de extrema importância. A avaliação de como os sintomas do TOC podem se comportar durante e depois da ocorrência de pandemia do COVID-19 é essencial para detectar eventuais modificações no curso dos sintomas e poder implementar intervenções mais efetivas para aliviar e estabilizar a ocorrência de sintomas psiquiátricos em situações de grande estresse. Dessa forma, avaliaremos pacientes com TOC acompanhados no ambulatório do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo (PROTOC) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Serão investigados sintomas ansiosos, depressivos, obsessivo-compulsivos e presença de comportamentos suicidas. Além disso, investigaremos o estresse e o impacto na saúde, como mudanças de estilo de vida, uso de substâncias e uso de mídia social durante a pandemia. Assim, é possível que levantemos informações que visem tornar mais efetiva a adaptação de intervenções para que esses pacientes tenham uma melhora na qualidade de vida e um melhor prognóstico psiquiátrico. (AU)

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